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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Cameron e o Camarão...

O que é um Camarão?
 
Bem, Camarão é a designação comum a diversos crustáceos da ordem dos decápodes, podendo ser marinhos ou de água doce. Trata-se de crustáceos que possuem um abdómen longo, possuindo três pares de pernas e rostro desenvolvido. Estes animais pertencentes à classe dos crustáceos, com exosqueleto de quitina, com um aparelho digestivo completo, com duas aberturas para entrada e saída de alimentos na boca no ânus.
 
E Cameron, enquadra-se na espécie Homo Sapiens?
 
Bem, tenho dificuldade em dar uma resposta linear a esta questão. O que sei é que o Homem ou como Homo sapiens, de acordo com a sua classificação científica, é uma espécie animal de primata bípede do gênero Homo ainda viva. Os seres humanos têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspeção e a resolução de problemas.
 
Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu a criação e a utilização de ferramentas para alterar o meio ambiente. São os processos de pensamento de alto nível, como a auto-consciência, a racionalidade e a sapiência que definem uma "pessoa".
 
Cameron, não sei se está mais para "Homo" ou para "Camarão", sobretudo depois de considerarmos a sua visão da Europa ou as suas abordagens às questões relacionadas com os emigrantes. Recordo-me, em particular, da ideia de cortar nos benefícios aos imigrantes da UE, no âmbito de uma série de medidas, noticiadas no ano passado, destinadas a tornar o Reino Unido "menos atrativo" à imigração, a ilegal e a legal.


 
 
Recordo-me também da sua última ejaculação mental e que se concretizou com a ameaça de deportar todas as mulheres muçulmanas que não saibam inglês. As migrantes que não passem o teste de inglês, dois anos e meio depois de terem chegado, não serão autorizadas a ficar no Reino Unido, podendo ser separadas dos filhos. É este, no momento, um dos grandes porta vozes da crise de valores que assola a Europa e toda a civilização ocidental.

Dizia Camarão no seu artigo do The Times há 4 dias que existem no RU cerca de 190 mil muçulmanas que quase não falam inglês e que não estão socialmente integradas, pelo que há a  necessidade de contrariar uma minoria de homens muçulmanos que exercem "um controlo prejudicial" sobre as mulheres nos agregados familiares.

Sempre podíamos perguntar, mas porque não deportar os homens que exercem esse "controlo prejudicial" sobre as mães dos seus filhos? Porque não deter e/ou deportar os homens que, dominando o idioma dos  anglo-saxões, pregam o jihadismo islâmico, a intolerância, a subversão e o ódio inter-cultural?

 

 
 

Tenho, por isso, dificuldade em classificá-lo. À Cautela fica Camarão!!!
 
Em anexo apresento um exemplo da conivência do Estado britânico para com comportamentos subversivos e desviantes. São aliás outros cidadãos britânicos muçulmanos que se insurgem contra o fenómeno. Ainda bem que o fulano sabe articular umas frases em inglês!!
 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Je ne suis pas Charlie! Não, não sou Charlie!

Charlie Hebdo, é novamente notícia por maus motivos. Hoje, não por uma qualquer purga jihadista, mas por publicar uma sátira sobre Aylan Kurdi, o menino sírio de três anos tragicamente afogado em Setembro de 2015 numa praia da Turquia.
 
Diz Laurent Sourisseau "RISS",  caricaturista do referido pasquim, que aproveitou os abusos sexuais praticados por refugiados muçulmanos, na Alemanha, para brincar com o assunto, imaginando o futuro da criança, caso tivesse sobrevivido.
 
"O que teria sido o pequeno Aylan se tivesse crescido? Abusador de mulheres na Alemanha", assinala a infeliz caricatura, onde se pode ver a figura de Aylan, juntamente com a dois jovens a perseguirem várias mulheres.

A associação de ideias é inédita. Atrevo-me mesmo a dizer que não é qualquer néscio, por mais ordinário e insensível que seja que consegue associar a morte de uma criança a um "Taharrush."(1)

É inevitável concluir que a jocosidade macabra desta publicação tem uma lógica e um sentido de oportunidade só ao alcance de uma mente doente que, desta forma, demonstra ao Mundo a amplitude do seu desequilíbrio e, consequentemente, dá eco ao vazio de valores que, infelizmente, grassa numa parte significativa da comunicação social do chamando "mundo civilizado".
 
 

 
 
 
(1) Nota: O "Taharrush" é uma prática comum em alguns países muçulmanos ou com forte presença muçulmana e que consiste num arrastão de estupradores em que uma mulher indefesa é arrastada por uma multidão de homens com o objetivo de ser agredida e violada.
 
São conhecidos vários casos ocorridos nos últimos anos na India, Paquistão e no norte de Africa. Em 11 de fevereiro de 2011, a repórter da CBS Lara Logan foi atacada por um bando de homens no Cairo, capital do Egito, durante a cobertura da queda do governo de Hosni Mubarak. Em 30 de junho de 2013, durante uma manifestação também no Cairo, uma jornalista holandesa foi filmada sendo arrastada por uma multidão de homens e depois sexualmente atacada. 

Mais recentemente ocorreram fenómenos semelhantes em 2014 e 2015 em Estocolmo, durante um festival de musica "We Are Sthlm" e mais recentemente durante as festividades da passagem de ano em Colónia, Estugarda e Hamburgo, na Alemanha.
                                                     

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Escândalo "We Are Sthlm" - mídia europeia cumplice da nova jihad!

Depois do terror sexual perpetrado por cerca de mil meliantes na noite da passagem de ano em Colónia, Hamburgo e Estugarda, na Alemanha, a polícia sueca veio agora admitir que ocultou informações sobre uma vaga de agressões sexuais contra mulheres durante as edições de um festival de música "We Are Sthlm" em Estocolmo em 2014 e em 2015.
 
Face ao carácter organizado dos ataques a questão que se coloca é a de saber se se trata de um simples caso de polícia provocado pelo choque de culturas ou se estamos perante uma ação deliberada de forças obscuras que visam alimentar as tensões sociais na Europa e estimular as correntes mais nacionalistas, originando assim ações de retaliação e comportamentos xenófobos ou racistas.
 
Convenhamos que poucas ações de terrorismo são merecedoras de mais asco que aquelas ocorridas nestes últimos tempos, em que milhares de marginais saem à rua para agredir sexualmente as mulheres e raparigas que se cruzam (1) no seu caminho.

Estou convencido que, na realidade, estamos perante uma marginalidade organizada, eventualmente, caracterizável de terrorismo. Um terrorismo sexualizado importado para a Europa e que apenas serve os objetivos dos movimentos terroristas interessados em criar focos de conflito civilizacional que alimentem a sua jihad. Trata-se, aliás, de um fenómeno que não é novidade na Síria e no Iraque onde a escravatura sexual é utilizada, pelo daesh, como arma contra as populações perseguidas, nomeadamente, yazidis.
 
Estaremos, assim, perante uma faceta diferente da jihad, consubstanciada-se numa nova forma de levar o Islão aos "infiéis"? A novidade é a chegada do falo mujahidin à Europa. Aquilo que noutros tempos se desejava e aspirava a conquistar pela espada tem hoje, quiçá, sob as instruções de algum auto-intitulado califa, uma versão mais macabra.
 
Uma coisa é certa, estes fenómenos têm de ser castrados, abordados de uma forma dura, punindo-se, sem contemplações de espécie alguma, os delinquentes/terroristas envolvidos. Para além disso, exige-se que este assunto seja abordado pelas autoridades de forma frontal e honesta.
 
Isto é, é imperioso que se denuncie este tipo de crime encarando-o sem preconceitos, tratando-o exatamente da mesma forma como se trataria uma situação similar perpetrada por skinheads ou outros ogres nacionalistas. 
 
 
Neste caso o silêncio não é alternativa. Neste caso o silêncio é cúmplice. Que o digam as raparigas violadas em 2015 em Estocolmo, durante a segunda edição do festival de violações acompanhadas à bashi-buzuq. Uma coisa é certa, a comunicação social europeia tem sido, sem dúvida cúmplice e preconceituosa na abordagem lânguida ao assunto.

 
 (1) Abro aqui um parêntesis para lamentar a utilização da palavra "cruzam". Efetivamente não consegui encontrar outro sinónimo mais ecuménico de forma a evitar uma derivação da palavra CRUZ, ferindo, assim, alguma personalidade mais algésica ou menos integrada.

terça-feira, 2 de setembro de 2014


 
Os tentáculos do fundamentalismo chegam a todo o lado.Inevitavelmente o extremismo acabou por convencer alguns portugueses (oulusodescendentes) a juntarem-se à “causa”. Mais uma ameaça à Segurança Nacional (a juntar-se a um já considerável leque) que torna cada vez mais premente a reforma (ou adequação) do Sistema de Segurança Interna e do Sistema de Informações da República Portuguesa.
Não vale a pena continuar a enterrar a cabeça na areia e fugir à discussão de matérias como a possibilidade de intercepção de comunicações pelos Serviços de Informações ou a colaboração activa das Forças Armadas em matérias de Segurança Interna.