Durante os incêndios de 2017 houve uma verdadeira avalanche de pedidos de apoio em barras de cereais, água e outros produtos alimentares, para ajudar os Bombeiros que se encontravam a combater os incêndios. Muitos portugueses tomaram a iniciativa e encheram os quartéis desses produtos.
O ano passado, se partirmos do princípio que foi um ano atípico e que as Associações de Bombeiros Voluntários foram apanhadas de surpresa, podemos até considerar isto uma coisa normal. Mas este ano, já me parece no mínimo um atestado de incompetência, não tenho é a certeza para quem.
Eu até vou partir do princípio que este atestado de incompetência não é para a Proteção Civil que hoje pede ajuda, até porque é suposto haver alguém responsável pela alimentação dos operacionais no terreno.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018
terça-feira, 31 de outubro de 2017
O Estado não quer pagar indemnização por morte de uma bombeira?
O Estado foi condenado em Setembro a pagar uma indemnização
de cerca de 200 mil euros pela morte da bombeira Viviana Dionísio, 29 anos,
durante o combate a um incêndio em Agosto
do ano passado, mas o Ministério
Público recorreu da decisão por considerar a verba excessiva. Apesar de me
parecer óbvia a responsabilidade do Estado, já que os bombeiros estão na alçada
da autoridade Nacional de Protecção Civil, ou seja, da entidade que supervisiona
o trabalho dos bombeiros, até posso aceitar que o Estado recorra por não se
considerar culpado na morte desta bombeira, mas ao facto da indemnização ser
excessiva, deixa-me chocado.Quanto custa uma vida humana para o Estado? Haverá algum dinheiro que possa compensar a morte de uma filha? De uma esposa? De uma mãe? Que falta de respeito pela vida humana, que aqui é colocada ao nível de uma qualquer mercadoria.
Publicada por
Luís Teodósio
à(s)
11:03:00
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