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sexta-feira, 27 de junho de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
"Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas" Álvaro de Campos, 21-10-1935
Nunca é tarde para escrever cartas de amor...
(vale a pena ver o video antes de ler...)
Como
romântico inveterado que sou também já as escrevi, aliás já fui ao ponto de
fazer uma serenata. Por isso não podia deixar de fazer referência a esta carta que li apenas hoje (ver aqui).
Apesar
de ter sido publicada depois do dia de São Valentim, o meu lado mais romântico acredita que foi lida pela primeira vez no jantar de sexta passada, acompanhada por um bom vinho tinto e à luz de velas.
Compreendo
e respeito a posição de quem demonstrou por carta aquilo que
lhe vai na alma e até entendo a revolta de quem já sabia o que lhe ia
acontecer (ver aqui).
No entanto, já me é mais difícil encontrar resposta para o silêncio de oito anos do Dr. António Capucho perante outras expulsões idênticas à sua.
Seria de esperar que alguém tão defensor da social democracia, que já foi quase-tudo no PSD, tivesse pelo menos dito alguma coisa sobre o que se passou em 2005, quando foram expulsos mais de 150 militantes não tão conhecidos e não tão imprescindíveis.
Publicada por
Alexandre Luz
à(s)
18:16:00
Sem comentários:
Etiquetas:
Alexandre Luz,
Álvaro de Campos,
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Tony de Matos
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