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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O Presidente da res pública

O Presidente da República tem sido incansável nas suas visitas pelos concelhos mais afetados pelos incêndios. As suas palavras de conforto, os seus abraços, o seu espírito de missão é inspirador e os seus gestos revelam a sua enorme nobreza. Eu, tal como a maioria dos portugueses, revejo-me em Marcelo Rebelo de Sousa. 

Mais do que o Presidente dos afetos, é incontestavelmente o Presidente da República, da res pública. Não se tratam de beijos em tempo de campanha politica, são gestos que transparecem genuinidade e dedicação ao seu povo, um homem talhado para o mais alto cargo da nação. 

Numa sociedade onde o Estado está cada vez mais distante da população, onde cada vez mais os sites e os atendimentos automáticos se substituem às pessoas o Presidente da República marca a diferença e traz de volta a Humanidade aos órgãos do Estado.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Déjá vu, ou a estranha estratégia para garantir a eleição de Marcelo à primeira volta.

Esta estratégia de passos para ajudar a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa não é de agora. Já para as eleições de 2014 fez a mesma coisa, aprovando em Conselho Nacional uma moção com um perfil de candidato que excluía o atual Presidente da Republica .


(imagem retirada do Jornal i de hoje)

Apesar das más línguas dizerem que esta ameaça de Passos Coelho é uma tentativa de chantagem, de quem acha que o Presidente da República existe para fazer as vontades dos partidos que o apoiam, pessoalmente, estou convencido que é precisamente o contrário. Trata-se de uma estratégia muito bem orquestrada para ajudar Marcelo Rebelo de Sousa a ser reeleito à primeira.




terça-feira, 12 de setembro de 2017

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Era só o que faltava o Presidente da República Portuguesa andar a comentar listas de falecidos com nomes repetidos, ou suicídios que não existiram.

Depois do que se passou durante a Presidência do Jorge Sampaio, que dissolveu a Assembleia da República e convocou as eleições que fizeram de José Sócrates Primeiro Ministro. Depois de um Presidente da República ter tirado o tapete a um Primeiro Ministro com maioria parlamentar (lê mais aqui), é no mínimo  infantil existirem claques dentro dos partidos de direita a criticar o atual Presidente da República por ser diferente de Jorge Sampaio. Depois do que aconteceu com Santana Lopes, ninguém deveria defender a parcialidade da mais alta figura do Estado.

Esta atitude de querermos eleger um do nosso clube, para cumprir uma missão para o nosso clube (e não para o país) é de uma irresponsabilidade atroz.

Era só o que faltava o Presidente da República Portuguesa andar a correr à pressa a comentar listas de mortos que afinal tinham nomes repetidos (lê mais aqui e aqui), ou suicídios que na realidade não existiram (lê mais aqui). 

Mas, sejamos sinceros, não devia o Presidente da República, nem ninguém com cargos de responsabilidade no Estado, lideres partidários incluídos. 



Isto tudo apenas para recordar que ser militante não é a mesma coisa que ser adepto.

Quando assinamos a ficha de militância de um partido é suposto estarmos conscientes que o fazemos porque nos identificamos com os seus princípios ideológicos, ou com as pessoas que o lideram.

Por outro lado, a adesão a sócio de um clube de futebol assenta em princípios diferentes. Assenta na cor da camisola, nas preferências dos nossos familiares e amigos, ou até na frequência com que aquela equipa ganhou enquanto éramos crianças.  - O que não quer dizer que para alguns as razões para a filiação sejam muito diferentes destas.
 
Ou seja, eu sei porque me filiei no PSD, mas sinceramente não faço a mínima ideia porque me tornei adepto do Benfica - (apesar de saber porque continuo - #CarregaBenfica). 

sexta-feira, 10 de março de 2017

Marcelo

De vez em quando, especialmente quando vagueio por alguns fóruns da direita democrática, não consigo deixar de me recordar de uma história atribuída ao Churchill.

(imagem retirada de parliament.uk)

Diz-se que um dia, o histórico estadista britânico terá levado um sobrinho, ou um neto, ou um sobrinho neto (dependendo das versões, mas vou assumir que era um neto) em visita ao parlamento britânico, onde lhe foi explicando como decorriam os trabalhos. A dada altura terá descrito onde discursava e onde se sentavam os parlamentares da oposição, apontado para a bancada à sua frente. O seu  neto terá então assumido ao seu avô que os inimigos se sentavam nessa bancada à sua frente, o que terá sido prontamente corrigido por Churchill, "não, à frente sentam-se os adversários, os inimigos sentavam-se aqui atrás e ao lado do avô".

Percebe-se que este mal de se confundir um partido político com um clube de futebol, esta visão maniqueísta de se dividir as pessoas em índios e cowboys, entre bons e maus, é um hábito antigo e transnacional. 

Na parte que me toca, o facto do Marcelo Rebelo de Sousa se demarcar da forma de atuar dos seus antecessores apenas dignifica a Presidência da República.


(imagem Nuno Fox/Lusa)







terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Marcelo Rebelo de Sousa poupa 1.5 Milhoes. ..



Boas notícias:

Porque apenas 3 candidatos obteram no total mais de 5% dos votos o estado poupa mais de 2 milhões de euros na eleição.

As candidaturas com direito a comparticipação do estado são:

Marcelo Rebelo de Sousa - 157.000 euros
Sampaio da Nóvoa -  742.000 euros
Marisa Matias - 650.000 euros.

Com 52,12% de votos, a candidatura do Presidente da República eleito tinha direito a receber um apoio financeiro do Estado de quase 1,65 milhões de euros para financiar os gastos da campanha eleitoral. Como a verba orçamentada para despesas na campanha eleitoral foi apenas de 157 mil euros, Marcelo Rebelo de Sousa irá receber de subvenção pública um montante equivalente à despesa efetuada com a campanha eleitoral: 157 mil euros. Contudo, o excedente de 1,5 milhões não deverá reverter para o Presidente eleito, ficando nos cofres do estado.
Um exemplo de contenção de custos.
Se Edgar Silva e Maria de Belém tivessem mais de cinco por cento sairiam mais 1,4 milhões do nosso bolso.

Mais um motivo para estar orgulhosa de Marcelo Rebelo de Sousa.

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/marcelo_poupa_15_milhoes_ao_estado.html

http://observador.pt/2016/01/25/estado-poupou-dinheiro-nas-eleicoes-presidenciais/

Alberto Moura e Joana Barroso Calisto Valério