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quarta-feira, 23 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

#ukraine #portugal Dia mundial da voz

Ontem celebrámos o dia mundial da voz, num contexto geopolítico em que o poder da Palavra subscreve responsabilidades acrescidas, na balança entre o direito internacional, o respeito pela soberanias nacionais, e a paz mundial.
Nunca a "fronteira" leste e sudeste da União Europeia esteve tão pressionada por conflitos, da Síria à Ucrânia, mas também outros menos intensos mas igualmente preocupantes, na Turquia.
Faço votos para que os líderes europeus continuem a afirmar o compromisso europeu com a paz, não por cobardia, não por fraqueza, mas com a consciência de quem conheceu 2 guerras mundiais nos últimos 100 anos.
Portugal também tem um papel a desempenhar nesta crise internacional com impacto global.
Que os interpretes do interesse nacional não se deixem levar, nem por  retóricas aventureiras, nem por pacifismos cegos.
A luta pela paz entre os povos não é um "delírio de Chamberlain", é um caminho difícil, de sacrifícios vários, em que a coragem da luta pela paz deve ser temperada pela perspicácia política, de perceber se em algum momento a paz deixará de ser possível, e aí sim lutar e vencer!

terça-feira, 1 de abril de 2014

#BPN - Recordo-me "apenas de uma conversa geral em que se falou de preocupações com o BPN"....


Quem se lembra que a ONU ajudou a vender armas utilizadas no genocídio do Ruanda?



A pior expressão da burocracia amoral acontece quando o Conselho dos Direitos Humanos da ONU, conta como membros os mesmos países que violam repetidamente os direitos humanos dos seus cidadãos.
Fica aqui a lista actual dos países membros deste conselho, e o seu respectivo lugar no ranking mundial dos direitos humanos, de um total de 216 países


Tirem as vossas conclusões:



COUNTRY

Ranking Direitos Humanos

Algeria198th
Argentina53rd
Austria15th
Benin84th
Botswana81st
Brazil48th
Burkina Faso132nd
Chile110th
China47th
Congo215th
Costa Rica31st
Côte d’Ivoire159th
Cuba115th
Czech Republic23rd
Estonia38th
Ethiopia210th
France19th
Gabon141st
Germany18th
India120th
Indonesia194th
Ireland17th
Italy26th
Japan83rd
Kazakhstan97th
Kenya136th
Kuwait86th
Maldives70th
Mexico65th
MontenegroNem conta como país ainda :)
Morocco73rd
Namibia60th
Pakistan147th
Peru124th
Philippines200th
Republic of Korea209th
Romania43rd
Russian Federation51st
Saudi Arabia206th
Sierra Leone214th
South Africa117th
The former Yugoslav Republic of Macedonia77th
United Arab Emirates14th
United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland13th
United States of America20th
Venezuela (Bolivarian Republic of)68th
Viet Nam204th

quinta-feira, 6 de março de 2014

Assis não assistiu ao programa "Os grandes portugueses"

Se a ideia é tentar colar a imagem de Pedro Passos Coelho a Salazar, é melhor pensarem duas vezes...

António Costa na mira do Tribunal Constitucional



Ontem o Bloco de Esquerda abandonou o parlamento, porque o PM se recusou a responder aos insultos que lhe eram lançados por Catarina Martins. Um escândalo que abriu telejornais.

Hoje o candidato a Primeiro-Ministro António Costa foi obrigado pelo Tribunal Constitucional a revelar um relatório sobre as obras em Lisboa. Recorde-se que a razão invocada em Julho de 2013 foi que o relatório " "abre caminho a que todas as decisões políticas e documentos que as corporizem fiquem sujeitas ao escrutínio público e, eventualmente, judicial, o que irá conduzir, inevitavelmente, à diminuição/perda da autonomia que deve caracterizar o exercício do poder político".

Então se bem percebi, o relatório não foi divulgado porque punha em causa as decisões tomadas, porque era um perigo se as pessoas soubessem o que se passou, até podiam haver consequências judiciais, e alguém podia ir parar à cadeia.
Mas isto não é um escândalo. Não abre telejornais. Quase não foi notícia.
Politicamente, o único vereador da oposição que vi chamar a atenção para este assunto foi o António Prôa, do PSD.
Onde está a indignação do  PCP? Não é o vereador e eurodeputado João Ferreira, o mesmo que agora encabeça a lista da CDU ao Parlamento Europeu?

Gostava que alguém perguntasse ao PCP porque é que se demitiu do papel de oposição a António Costa em Lisboa.

Foi intencional? Foi incompetência?
Ou foi o PCP escolher um candidato e empossar um vereador que, por força das suas outras funções no Parlamento Europeu, lhe é materialmente impossível representar os seus eleitores em Lisboa.

O PCP, ao voltar a insistir no erro, mantendo um vereador "fantasma", e recandidato a eurodeputado, confirma o abandono dos eleitores que lhe confiaram o seu voto em Lisboa.
O mestre Cunhal deve dar voltas de raiva no espeto do purgatório.