quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sorority, irmandade - desmistificando o mito







PHI MU com muito orgulho ...

Com 18 anos cheguei aos EUA, tinha acabado de entrar na faculdade em Charleston, quando me deparei com algo absolutamente novo - sorority and fraternity - the Greek way of Life.


Com alguma curiosidade, aceitei uma semana de desafios temáticos, com o intuito de após uma semana, no "dia das licitações" ser convidada (licitada) a pertencer a uma ou mais das irmandades a que me tinha candidatado, através de carta oficial.

Todas as irmandades têm requisitos de acesso, tais como GPA (média académica), currículo de voluntariado comunitário, prática de desporto competitivo, antepassados da mesma irmandade, ser sociável e assim por diante.

No "Bidding Day" recebi histericamente, com a alegria típica de uma jovem de 18 anos, as diversas cartas com letras gregas e fiz então a minha escolha de irmãs. 

Foi um enorme orgulho ser a única estudante internacional a pertencer aquele "chapter da Phi Mu". 

Após ter aceite o convite cobriram a porta do meu quarto com postais, fotografias e peluches alusivos (tudo cor de rosa e com o leão e letras gregas) da irmandade e disseram-me que teria que estar sempre 24h disponível para todas, assim como elas estariam para mim. 

Comecei aqui um percurso que inclui praxe e juramento (Pledge) no qual ganhei irmãs para a vida!

Fui acordada numerosas vezes a meio da noite para,mesmo de pijama ir ajudar  a empacotar donativos, para ir distribuir alimentos ou para dar apenas uma palavra amiga a alguém que precisava, mas fui também acordada para várias festas surpresa e muita diversão! 

Aprendi o que é voluntariado, militância, o que é estar disponível pelo grupo, pelo projeto, pela amiga, pela irmã! 

Aprendi com os meses e anos que os  membros que formam uma irmandade compartilham os seus esforços, amizade e conhecimento. 

Juntas, as mulheres aprendem, crescem e tornam a irmandade, comummente chamada de uma "organização grega", mais forte, ano após ano, década após década.

Os ensinamentos base compreendem os ideais de amizade, companheirismo, a importância de prestar serviços à comunidade e interacção social, bem como manter sempre um elevado grau académico, o que facilita sermos convidadas a morar na mansão.
As irmãs tendem a organizar grandes festas, mas também a fazer sessões de estudo e de angariação de fundos pela comunidade, nas quais fazem lavagens de carros e vendas de cupcakes por exemplo.

Estas organizações são referidas como "Greek" porque seus nomes consistem em letras gregas. Pertencer a uma das organizações gregas melhora a experiência educacional, enfatizando o desenvolvimento intelectual, interpessoal e social. 



Posso dizer que a minha vida se tornou muito mais "PINK" desde então ...



Thank you Phi Mu for the pictures

salário mínimo, espelho da classe politica


O governo de Costa e "associados" vai hoje discutir mais alguns euros para o salário mínimo nacional.
Infelizmente também neste campo Portugal continua na cauda da Europa, recebendo a esmagadora maioria dos seus trabalhadores um salário que não corresponde às legitimas aspirações a uma vida digna e de esperança no futuro.
Mas ao contrário, e neste campo remuneratório, a chamada "classe politica dirigente", seja ao nível do poder local, regional ou nacional, tem-se aproximado dos padrões europeus, sem esquecer ou prescindir das habituais mordomias.

Pacheco Pereira, o "Maduro" português!


Questionado se Álvaro Cunhal, a "alma" da ideologia comunista portuguesa, assinaria o acordo alcançado entre as Esquerdas e o PS, Pacheco Pereira disse não ter "dúvida nenhuma".
 
Esta notícia, repescada pela dinâmica das redes sociais, fez-me lembrar outro fenómeno paranormal, ocorrido em 2013 no hemisfério sul, tendo sido protagonista Nicolás Maduro, atual presidente da Venezuela e sensível médium assumido.
 
Recordo que nessa altura o sucessor de Hugo Chávez garantiu que o falecido ex-presidente lhe apareceu em forma de passarinho e que os dois comunicaram por assobios.
 
Seja como for, até compreendo o fenómeno, sobretudo depois de uma jantarada bem regada. Só não compreendo a falta de interesse da comunicação social. Penso, na realidade, que nunca nenhum jornalista perguntou a Pacheco qual o canal utilizado para conferenciar com a sua "alma" inspiradora.
 
 
 
 
 

Hoje é o Dia Internacional de Direitos Humanos



É só para lembrar que "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos."



Mas também podem ler no Diário de Noticias hoje: Todos os Direitos. Sempre.


E para não deixar esquecer que há mais de 100 milhões de pessoas a necessitar de ajuda humanitária e que um quarto delas são raparigas e mulheres com idades entre 15 e 49 anos.

E para apelar que recordem que estas raparigas e mulheres são particularmente vulneráveis a situações de tráfico, violência sexual e que as suas necessidades de saúde sexual e reprodutiva são, frequentemente, negligenciadas.

Se quiserem saber mais leiam Abrigo da Tempestade: uma agenda transformadora para mulheres e raparigas num mundo em crise. O Relatório do Fundo das Nações Unidas para a População sobre a Situação da População Mundial.




"Maioria dos portugueses queria Passos como líder do Governo." Perdoem-me a superficialidade da leitura, mas...

Perdoem-me a superficialidade da leitura, mas quando vi os resultados da última sondagem da Católica não consegui deixar de soltar uma gargalhada. Recordo que em 4 de Outubro deste ano, a coligação Portugal Mais à Frente, constituída pelo PSD e pelo CDS, obteve 36,86% dos votos, contra 32,31% do PS, 10,19% do BE e 8,25% da CDU.
 

   
 
Sabemos  agora, lendo a sondagem realizada pelo CESOP-Universidade Católica Portuguesa para o Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Antena 1 e RTP, nos dias 5 e 6 de dezembro de 2015, que intuímos como reflexo da sensibilidade da sociedade portuguesa, que a maioria dos eleitores defende que o primeiro-ministro deveria ser Pedro Passos Coelho (52%) e não António Costa (37%).
 
Chamo a atenção para o facto do resultado eleitoral do PS coincidir com a percentagem de eleitores que desejava ver AC como PM. No entanto, o facto relevante e que suscita sérias preocupações sobre a saúde mental dos portugueses, tem a ver com a dissonância entre aqueles que votaram PaF e aqueles que, na realidade, gostavam de ver PPC como PM. Isto é, 15% do eleitorado, embora preferindo, desejando, querendo ou pretendendo PPC como PM, ou votou à esquerda ou ficou em casa a orar aos santinhos. Note-se que a época balnear terminou em 30 de setembro.
 
Se nos recordamos que dos 9.682.553 eleitores inscritos, apenas 5.408.805 votaram (44%), mais me deixo envolver pela convicção de que, apesar do 25 de Abril ter ocorrido há quase 42 anos, a sociedade portuguesa continua a dar alarmantes sinais de uma imaturidade política, sintomas que se confundem, por vezes, com os de uma eventual disfuncionalidade mental cujos ecos não encontro no resto do Continente Europeu.
 
Pois, podem dizer-me que a  Democracia tem destas coisas, pelo menos enquanto não ocorrer uma revisão constitucional que facilite cenários de maior estabilidade politica, social e económica em Portugal. Não deixei, no entanto, de me lembrar da atualidade das palavras do General Ramalho Eanes, ao Expresso 27 de janeiro de2007: “A democracia representativa está em crise, porque ela é só e pouco representativa. É muito fechada às elites que se cooptam e se reproduzem, não se abre convenientemente à sociedade civil e aos cidadãos, que devem ser obrigados a participar na decisão sobre as grandes questões.”
 
Porque não conceber a obrigatoriedade do voto, atuando, assim, de forma pedagógica sobre as margens mais imberbes e irresponsáveis da sociedade portuguesa?

PS. Apenas mais uma nota: PSD/CDS subiriam para 41% e o PS para 34%, com o conjunto dos partidos de Esquerda a crescerem de 50,8% para 52%.

O bixo tá pegando...

Entenda-se que a Juíza não está a impedir que a namorada de Sócrates use mordaça, está a impedir que ela amordace o Correio da Manhã.

Uma coisa é certa, a estratégia de recorrer aos tribunais para evitar que o CM publique informações sobre a operação Marquês está a correr mal e corre o risco de correr pior ainda.


O problema começa quando na emoção de impedir que essas conversas sejam publicadas se pisa o risco e se acicata a curiosidade de quem tem a informação... É que no fim do dia cabe ao editor definir o que é notícia e o que não é, e a Fernanda Câncio e os estrategas do Sócrates parecem querer garantir que tudo o que está no processo seja efetivamente notícia.... 



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Marcelo (a "oposição" é fraca), ganha à 1ª volta!


sondagem Aximage dá a Marcelo Rebelo de Sousa 54,6% dos votos e vitória à 1ª volta nas presidenciais de 24 de Janeiro.
O povo não gosta de ser enganado duas vezes "seguidas"!

Delito de Opinião

Fica aqui um agradecimento ao Delito de Opinião que na semana passada escolheu este blogue como blogue da semana.


Unidade Democrática esmaga ditadura na Venezuela.


cartão vermelho para o pequeno ditador da Venezuela Maduro!
16 anos depois a Democracia está de volta à Venezuela: 75% dos quase 20 milhões de eleitores votaram e apoiaram  nas urnas  a ampla coligação democrática, criando as condições para a limitação dos poderes presidenciais e relançando a esperança de que os recursos do petróleo sejam aplicados na construção de uma vida digna para o seu Povo.

Boas notícias para a Hillary

Depois de um presidente negro, pelo andar da carruagem, os Estados Unidos podem estar a preparar-se para ter uma presidente mulher (boas notícias para a Mónica Ferro).

Neste caso, mais do que um confronto entre um homem e uma mulher, um embate Hillary vs Trump seria uma disputa entre o espírito democrático americano e o conservadorismo cristão (lê mais aqui).

Sinceramente ainda não entendi bem o que se está a passar na campanha do Donald Trump, não dá para perceber se este discurso é apenas um esforço para consolidar o eleitorado conservador nas primárias republicanas, ou se não quer arriscar ganhar as primárias para depois perder as presidenciais para uma mulher.

Uma coisa é certa, foi um declaração escrita, pelo que não é algo que lhe saiu da cabeça sem pensar e sem olhar às sondagens. 


Depois da vitória da Frente Nacional nas autárquicas em França, triste seria se até as eleições nos EUA o Daesh conseguisse condicionar (lê mais aqui). 

(imagem retirada daqui)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

França...Jornalismo Livre e assumido



A propósito da vitória da Frente Nacional de Marine le Pen, nas eleições Regionais Francesas, e na qualidade de observador que não vive com a emoção do eleitor francês estas eleições, salta-me à vista algo que considero estruturante numa democracia que é bem visível na Democracia Francesa.

Trata-se da existência de uma comunicação social realmente livre e principalmente da imprensa escrita que se assume declaradamente de Esquerda, Direita, Extrema-esquerda, Direita Conservadora, moderada, etc.

Na análise feita à vitória de Marine le Pen temos os Jornais Comunistas e de Esquerda urbana como o “L'humanité”, ou o “Libération” a assumirem o choque e a declararem oposição feroz ao perigo que a Extrema-direita representa. 

O “Libération” chega ao ponto de assumir frontalmente, no seu editorial, que a Frente Nacional de Marine le Pen é o “inimigo” de França apelando à esquerda que mais vale votar na Direita do que na Extrema direita...é o mal menor, refere o dito jornal.

Por outro lado no espectro político oposto, o da Direita, temos o “Le Figaro” de Direita Conservadora e o “Le Parisien” com uma linha editorial mais ao Centro, que assumem posições distintas mas igualmente livres e claras. 

No caso do “Le Figaro” assume o choque que é a vitória de Marine le Pen e justifica essa vitória com a onda de cólera existente e habilmente promovida pela Frente Nacional.

Já o “Le Parisien”, mais moderado e popular assume que a vitória deve ser avaliada como uma vontade maioritária do povo e que deve ser analisada como tal e não com recurso aos extremismos, sejam de que forma forem.

Todos estes órgãos de comunicação exprimem livremente a sua opinião e não de forma dissimulada ou até com recurso à notícia de encomenda como noutros países vemos. Estes Jornais e estes Jornalistas declaram as suas opiniões e fazem-no sem “medo” de assumirem as suas posições políticas que são coerentes com as suas linhas editoriais.

Ora é de bons exemplo que se devem alimentar as Democracias mais jovens como a de Portugal, e a liberdade de imprensa deve caminhar a par com a imprensa identificada e clara nos propósitos e objetivos.

Não basta dizer que defendemos os princípios que a Revolução Francesa trouxe à Europa (Liberdade, Igualdade e Fraternidade), mas só praticarmos os que nos são convenientes

Deixo-vos aqui esta reflexão... 

E se cada órgão de comunicação social devesse, por definição de estatuto editorial, classificar a sua publicação e enquadrá-la no espectro político Português? Será que alguém perdia com isso?


Quem perdia não sei (ou talvez desconfie), mas ganhava o povo Português e os leitores em particular.

"Vive la France"...

RG
porque pedir desculpa é pior que não ter razão...

Há uma guerra que o DAESH continua a ganhar

A vitória da estrema direita francesa, da Frente Nacional de Le Pen, é um retrocesso para a Europa.

Para um protejo europeu que tem nos seus fundamento a Liberdade e a Fraternidade, este refúgio dos franceses na estrema direita é um revés considerável, é um prego no futuro da Europa. Tudo o que nos enfraquece fortalece os nossos inimigos, e assim o Daesh consegue mais uma vitória. (lê mais aqui)

É difícil de acreditar mas é verdade, com receio do fundamentalismo islâmico os franceses tentam proteger-se no outro extremo, na xenofobia e no nacionalismo tacanho. 

Já referi várias vezes neste blogue que acabou o momento de soluções diplomáticas para um problema onde uma das partes não reconhece o conceito de diplomacia, que é tempo de atuar, mas nunca transformar a Europa numa super prisão rodeada por um muro (lê mais aqui), nem tão pouco transformar a Europa num aglomerado de estados securitários. 

A Europa não é cristianismo nem o islamismo, é o secularismo, é a Liberdade e a Democracia.

Fica a malha da direita, do Presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Junker em Julho de 2014.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A ascensão de Donald #Trump2016




As últimas semanas vieram a confirmar a vantagem de Donald Trump nas primárias do Partido Republicano. 
Cavalgando as bandeiras do combate à emigração ilegal, da Renovação do papel de liderança mundial dos EUA, e da promessa algo nebulosa de um ciclo de "vitórias económicas".
Para Trump, a palavra vitória é repetida incessantemente, em frases curtas e polémicas, quase "a despachar", porque a América não pode perder mais tempo. 
Trump assume todas as polémicas como uma expressão de genuinidade populista, utilizando-as habilmente para evitar discutir as questões de forma aprofundada, evitando compromissos concretos antes da vitória nas primárias. 
O discurso simplista e por vezes bruto do candidato é tanto mais eficaz quanto mais os americanos se sentem frustrados e defraudados pelos resultados da Administração Obama.
A mensagem é clara: os americanos querem menos palavras e mais acção, e é precisamente isso que Trump lhes promete, muita acção e muita vitória.

Sá Carneiro - 35 anos depois da sua morte


"O nosso Povo tem sempre correspondido nas alturas de crise. As elites, as chamadas elites, é que quase sempre o traíram e nós estamos a ver,mais uma vez, que o Povo Português foi defraudado da sua boa "fé"!
Lembrar Sá Carneiro e evocar o seu trágico desaparecimento naquela fatídica noite de 4 de Dezembro de 1980 passa, obrigatoriamente, por uma reflexão sobre os princípios e valores que sempre nortearam a sua vida de homem, cidadão e estadista.
E estas suas palavras, proferidas no congresso do PSD de 1978, bem se aplicam infelizmente, nos dias de hoje, à actual conjuntura política portuguesa.
O PS perdeu as eleições, mas numa estranha aliança e negociata com comunistas e trotskistas chegou ao poder.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Para quem não sabe o significado de BFF - Best Friends Forever



Dilma Roussef no "fio da navalha"



A presidente do Brasil, Dilma Roussef está por um fio a acreditar no processo de impeachment admitido pela câmara de deputados em Brasília.
O rasto de corrupção que atravessou a administração de Lula terá continuado nas altas esferas da estado brasileiro e as mãos de Dilma estarão fatalmente comprometidas.
Mas há uma boa notícia. A Bovespa de S. Paulo vive um dia de euforia e subia 4,64%, com os bancos e estatais a operar em forte alta, como noticiam as agências internacionais.
É razão para dizer que os mercados também querem gente honesta à frente dos governos!

A intolerância. Uma questão de sobrevivência...

 
Apesar de não acompanhar o tom jocoso da abordagem de H. Raposo, na sua última crónica do Expresso, ao tema da prática generalizada da pedofilia nas comunidades muçulmanas, a questão é grave e muito pertinente, devendo ser colocada no âmbito, mais abrangente, das disfuncionalidades culturais do Islão e da sua importação pela Europa. Importa, assim, dizer "não", assumindo-se uma clivagem que a História demonstra e que a natureza humana alimenta. Não é admissível que, a coberto da tolerância multicultural, tão presente e bem, numa Europa cada vez mais descaracterizada e esquecida das suas origens e da matriz dos seus valores, se tolere a violência, a cultura do ódio, da discriminação sexual ou a pedofilia! Não tolerar os intolerantes é, neste momento, uma questão de sobrevivência da civilização ocidental.
 

 
 
 
 
 
 
 

A Europa tem de assumir a sua génese cristã, do ponto de vista cultural e religioso, desenvolvendo, em paralelo, uma política de defesa e integração dos mais fracos e oprimidos, em paralelo com a aplicação de mecanismos policiais e militares de imposição da legalidade e, porque não, dos "bons costumes" - convém relembrar o conceito do "bonus pater famílias". Estamos perante, sem dúvida, uma encruzilhada, um momento que se deseja de viragem, numa Europa que terá de sair do "armário", assumindo o seu pepel no Mundo. O combate integrado e partilhado aos fenómenos terroristas poderá ser o primeiro sinal duma nova era. E convêm que seja um "sinal" que o daesh interiorize...
  
 
 
 

as 2 faces de Jerónimo de Sousa

O PC não perde tempo:  em  plena discussão do programa de governo e orçamento, solta as suas "tropas" e os sindicalistas da Inter penalizam sem dó nem piedade quem precisa do transporte público para a sua própria sobrevivência.

Estranha politica esta, a do PCP de Jerónimo de Sousa que "associado" e "muleta" do PS de Costa no governo, ao mesmo tempo o confronta na rua, numa estratégia de garantir e perpetuar os interesses da organização e da vasta malha dos seus políticos burocratas e sindicalistas.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Da série: sim sou feminista e eis porquê

Mães portuguesas que interrompem carreira têm as pensões mais baixas da OCDE

"As mulheres portuguesas que interrompem temporariamente a sua carreira para ficarem em casa a tratar dos filhos são as mais penalizadas, entre as mulheres dos 34 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), quando chega a hora de se reformarem." http://www.publico.pt/economia/noticia/portuguesas-que-interrompem-a-carreira-para-cuidar-dos-filhos-sao-as-mais-penalizadas-nas-pensoes-1716200





Esta simples analogia retrata muito bem a forma como por cá se lida com as questões da segurança, à qual podemos ainda aplicar um outro ditado bem português: “só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja”.
Vem esta reflexão a propósito da notícia de hoje que nos dá conta de que ainda não foi elaborado o plano de articulação operacional entre as Forças e Serviços de Segurança (FSS) e as Forças Armadas (FA), decorrente da aprovação da Estratégia Nacional de Combate ao Terrorismo. Não fosse o ocorrido em Paris e isto não seria sequer notícia.
No entanto, o mais grave nem sequer é isto. É bem mais preocupante que, mesmo apesar do sucedido em Paris, continuemos a enterrar a cabeça na areia e a ignorar olimpicamente questões ainda mais relevantes.
Matérias como a possibilidade de acesso a metadados e intercepção de comunicações pelos serviços de informações ou as alterações legislativas necessárias para que as FA possam participar em missões de segurança interna continuam arredadas do debate político.


Esperemos que não seja necessário trovejar a sério ou que nos falte o oxigénio.

Uma guerra contra a escravatura

Após o apelo do Presidente Francês, François Hollande, parece que a Europa começa a acordar para o problema do daesh. Ontem o Conselho de MSinistros alemão aprovou a intervenção na Síria, com uma força que pode ir até 1.200 militares (lê mais aqui).

Para variar a esquerda opôs-se (lê mais aqui), parece que acredita que se trata de um problema que se resolve sem intervenção militar. Mas continuou sem explicar como (Já escrevi sobre isto aqui).

A França já está no terreno e o Reino Unido para lá caminha (lê mais aqui), se associarmos a Rússia, os Estados Unidos e  talvez até a China (lê mais aqui) pode ser que fiquemos um pouco mais próximo de acabar com o Daesh.

Esta notícia toma particular importância, hoje, Dia Internacional para a Abolição da Escravatura, pois é um passo importante para por fim a um movimento que é conhecido por implementar a escravatura. (Lê mais aqui)



Fica uma preocupação: Qual o papel da Turquia nisto? (Lê mais aqui)

Fica um alívio: O ingresso da Turquia na União Europeia não ter avançado.


degelo no Árctico, um planeta em risco


Este impressionante vídeo do degelo no Árctico é mais uma prova da urgência de uma outra politica do ambiente ao nível planetário que trave o aquecimento global e seja geradora de um novo caminho de esperança para a sobrevivência da Humanidade.
A cimeira de Paris tem essa responsabilidade.

NATO alive & kicking and growing

Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO convidaram Montenegro a juntar-se à Organização da qual Portugal é membro fundador, no dia 4 de Abril de 1949.

 

a foto é do Trident Juncture, o mais importante exercício da NATO nos últimos 13 anos e que contou com Portugal (com Espanha e Itália) como nação anfitriã.

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Livro do Ano...DAR E RECEBER, de Adam Grant



SUGESTÃO DE LEITURA


Da lista de mais vendidos do "The New York Times"...

Livro do Ano para o "Financial Times"...
Livro do Ano para o "Wall Street Journal"...
Livro do Ano para a revista "Fortune"






Em Dar e receber, Adam Grant, pesquisador e professor da Wharton School, reúne as suas conclusões sobre os motivos pelos quais algumas pessoas chegam ao topo da escala de sucesso, enquanto outras permanecem na mediocridade.

Aclamado pela crítica e elogiado por Sociólogos, Politólogos, teóricos de negócios e líderes empresariais, Adam Grant mostra o que os doadores bem-sucedidos fazem de diferente em cinco áreas-chave – networking, colaboração, influência, negociação e liderança.

Aqui fica a sugestão!



Entretanto num oceano longe de si.



Já ouviu falar de Kiribati?

Deixe, por instantes (só por instantes), de ler o Kapagebe e vá ver onde é antes que desapareça vítima das alterações climáticas, da subida da água do mar.



Um país composto por mais de três dezenas de atóis, em que o ponto mais alto da ilha mais alta fica a uns meros 2 metros acima do nível do mar e que corre o risco de ser engolido pelo oceano… mais de 100.000 pessoas ficarão sem os seus lares, sem as suas terras, sem o seu chão. Ainda acha que as alterações climáticas são ficção científica?

Vá lá ver onde é! E siga a Conferência de Paris sobre Alterações Climáticas com a atenção que ela merece.
Porque o Oceano é outro, mas o Planeta é o mesmo.




Moção de rejeição ao governo de Costa e "associados"


PSD e CDS apresentam moção política contra o governo "minoritário" de Costa e associados. Depois da golpada do "ilusionista" António Costa (como lhe chamou o diário El País, "perdeu as eleições mas chegou ao poder") importa que a coligação Portugal à Frente mantenha a rédea curta ao ex-autarca de Lisboa.

Costa exige ao anterior Governo elaboração do Orçamento de Estado


O insólito aconteceu esta terça-feira. António Costa depois de conseguir o feito de perder as eleições e chegar a Primeiro-Ministro, agora, exige Governar com o Orçamento do anterior Governo… Costa utiliza este percalço, para não cumprir com a sua palavra, alegando não ter tempo para comemorar ainda este ano, ao contrário do que prometera em campanha eleitoral, o feriado de 1 de Dezembro. É caso para dizer “palavra dada é palavra honrada!”…


Duas sugestões relativas ao 1º de Dezembro

1 - Visita guiada pela app Turismo Militar ao Roteiro da Defesa do Alentejo  - Dinis de Melo e Castro


"Nos dias da guerra da restauração, nasceu um dos maiores heróis portugueses de todos os tempos. Dinis de Melo de Castro o defensor da difícil fronteira do Alentejo foi ferido 22 vezes em mais de 111 combates. Investida após investida, batalha após batalha, do norte ao sul da província, os seus feitos eram contados nos salões europeus e o seu rosto retratado em palácios italianos como se de um mito da antiguidade se tratasse. Sobreviveu aos generais que combateu, aos reis que o governaram e às feridas que o tempo lhe deixou. As vitórias na batalha de Montes Claros, Ameixial e Linhas de Elvas tornaram-no uma lenda."


2 - Leitura do Livro "O Dia dos Milagres" do Francisco Moita Flores



"O Dia dos Milagres é uma viagem apaixonante aos últimos dias do regime filipino que haveria de baquear no golpe de Estado que iniciaria a dinastia de Bragança."