terça-feira, 10 de março de 2015

A sério kammenos?!? #Syrisa

Depois de terem apresentado o programa eleitoral errado aos gregos, depois de terem enviado a carta errada ao eurogrupo, agora ameaçam abrir as fronteiras a terroristas...(Lê mais aqui

Será que há algum cromo que tenha ficado de fora do governo do Syrisa? 



quinta-feira, 5 de março de 2015

E o circo está pegando fogo... #Dilma #Brasil #PT #Aécio #PSDB

Parece que a Dilma sempre pode ter tido a chamada vitória de Pirro.

Depois de ter ganho as últimas eleições com a mancha da corrupção na Petrobrás e dos deficientes resultados económicos do seu primeiro mandato (já falei disso aqui), e da incapacidade que o seu governo tem demonstrado a lidar com a falta de água no país, em particular no Estado de São Paulo (lê mais aqui). 

E com as últimas eleições a serem marcadas pela profunda divisão entre os brasileiros (lê mais aqui), com o Aécio do PSDB a obter mais de 48% dos votos.

Agora, 4 meses após as eleições, parece que o governo da Dilma continua sem conseguir sair de dentro da máquina de lavar roupa...


(Imagem do Correio da Manhã de hoje)

terça-feira, 3 de março de 2015

Sem solução começa a narrativa

É um novo nível de desespero, ele enganou-se na carta que remeteu ao Eurogrupo, ele enganou-se no programa eleitoral que apresentou aos gregos, ele disse que ia acabar com o programa de ajustamento e com a TROIKA, ele acatou as regras da TROIKA, agora diz que afinal a culpa do que se passa com Grécia é de Portugal e de Espanha. (pudera, irritar os alemães é que não..)



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015


Estes neo-liberais fascistas do Syrisa... #Syrisa #Então_António_Costa

Confrontos entre a polícia e vários manifestantes marcaram o primeiro protesto organizado em Atenas contra o Governo de Alexis Tsipras (Lê mais aqui)




Só posso imaginar a empreitada que não teriam pela frente ao chegar a Roma...... #ISIS #Ingnorância #Cultura #História

Sendo muito deste património mundial, não é a primeira vez que o fanatismo, na falta de mais argumentos, decide destruir essas grandes ameaças ao islão, estátuas e gravuras em pedra.


Quem vai sofrer mais diretamente com esta atitude serão as gerações futuras da Síria e do Iraque, que anos após o desaparecimento do ISIS apenas poderão observar arte e cultura do seu país em fotografia.

No Afeganistão em 2001 os Taliban fizeram algo do mesmo estilo...



Com a vontade de conquistar a Europa já várias vezes referida pelo ISIS (já escrevi sobre isto aqui), só posso imaginar a empreitada que não teriam pela frente ao chegar a Roma...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"Não posso ensinar a falar a quem não se esforça por falar." - Confúcio



Acompanhei hoje o debate na TSF e na SIC notícias sobre as propostas do CNE, e concluo que a boa vontade das propostas revela um desconhecimento "estranho" dos procedimentos e da realidade que se vive no terreno.
Se perguntarmos aos nossos professores conhecidos, estes poderão confirmar as enormes dificuldades que o sistema educativo coloca hoje a um professor que propõe uma nota que corresponde ao chumbo de um aluno. 
Para além das dificuldades administrativas, hoje em dia os professores são confrontados com pressões e maus tratos psicológicos (e até físicos) de muitos pais de crianças e jovens em risco de chumbar, em vez de aliados empenhados em colaborar com a escola na melhoria dos resultados do aluno.
A atitude que começa a ser habitual é negar a realidade, colocar em causa o rigor da avaliação, e denunciar a incompetência dos professores, rejeitando qualquer responsabilidade do aluno e da sua família. 


Por outro lado, o argumento economicista do CNE de que fica mais caro chumbar um aluno do que deixá-lo progredir, não é mais do que uma desculpa para adulterar os resultados dos alunos e das escolas, tapando o sol com a peneira.
Por fim, o CNE defende o fim dos exames nacionais do 4º e 6º ano, porque representam uma grande pressão sobre os alunos e levam os professores a concentrarem-se em preparar os alunos para os exames, e que os alunos sobrevalorizam as disciplinas sujeitas a exame, em detrimento de outras que não estão sujeitas a avaliação externa.
Como se não bastasse, acrescentam isto:

 "...a transição responsável de alunos com baixo rendimento escolar acarreta uma maior exigência, uma vez que pressupõe, por parte de todos os intervenientes, um esforço acrescido no desenvolvimento de estratégias e medidas de apoio e reforço das aprendizagens."

Embora admita que seja importante garantir um maior equilíbrio entre as avaliações internas e externas, defendo que é com uma maior cultura de exigência que poderemos atingir melhores resultados, e não com essa cultura de laisser faire que o CNE defendeÉ verdade que estes jovens vão contactar mais cedo com momentos de tensão, de decisão, mas isso é positivo porque vão aprender a respeitar mais cedo esses momentos, e a sentir os impactos positivos ou negativos da forma como correspondem às expectativas criadas.
Por outro lado, o CNE não concretiza a proposta do aluno poder passar de ano com vários chumbos, repetindo apenas as disciplinas em que chumbaram (à semelhança do ensino superior). Acho que se exigia ao CNE que mencionasse no relatório como é que iria funcionar a vida de um aluno que muda de escola por progredir de ano com chumbos, passando a frequentar um estabelecimento de ensino onde não é leccionado o nível da disciplinas em que chumbou. Não explicam portanto como é que um aluno que passe para o 7º ano chumbando a várias disciplinas, e por força dessa transição mude de escola, vai ser avaliado nas matérias a que chumbou.

No entanto, enquanto defensor de uma cultura de exigência e responsabilização na educação, concordo 
que devem ser implementados mecanismos de resposta articulada precoce para os casos de retenção em jovens do 4º ao 6º ano, devidamente articulados com os pais para melhorar o aproveitamento escolar.

Embora não concorde com as questões essenciais, não deixo de destacar algumas recomendações que me parecem positivas, a saber (comentários a negrito):

  1. "Criar condições efetivas às escolas para a construção de respostas contextualizadas que visem a criação de melhores condições de aprendizagem: constituição de turmas, afetação de recursos, distribuição de serviço docente, gestão do currículo, construção de diferentes percursos escolares."A descentralização da gestão dos estabelecimentos de ensino para as autarquias pode ser uma resposta importante a esta questão.
  2. "Minimizar as solicitações de cariz burocrático-administrativo acometidas às escolas, de forma a permitir emergência de lideranças orientadas para a aprendizagem e sucesso educativo."
    Se as políticas educativas forem desenvolvidas em articulação com o poder local, e apoiadas por ferramentas tecnológicas que reduzam o esforço de reporte administrativo dos professores, temos caminho para fazer neste ponto.
  3. "Articular medidas nacionais de corresponsabilização das famílias pelo percurso escolar dos seus/suas educandos/as e pela vinculação aos planos de recuperação das aprendizagens e controlo da indisciplina definidos."
    Envolver os pais desde o início na procura de soluções para o melhor aproveitamento escolar dos filhos é condição essencial para potenciar o retorno à regularidade, mas também como mecanismo de corresponsabilização dos pais se os resultados não forem atingidos.

Isto é suposto ser uma crítica ou um elogio? #Merkel, #Syrisa

Com o esboroar do Syrisa o Bloco de Esquerda parece que já não sabe o que dizer aos portugueses. E decide apresentar um outdoor confuso.

Confuso no texto, porque tem um erro ortográfico (lê mais aqui), mas também confuso na mensagem que procura transmitir.

A Europa e a Alemanha emprestam dinheiro a Portugal e nós cumprimos com os compromissos que assumimos.

Na altura o governo liderado pelo PS, apenas tinha reservas financeiras para assegurar o funcionamento do sector público para meia dúzia de semanas e o país não se conseguia financiar no exterior, com taxas de juro a bater recordes (entre 7% e 9%). (já escrevi sobre isto)

Agora que demonstramos que conseguimos cumprir, que o país saiu da recessão e que estamos com taxas de juro a atingir mínimos históricos, o Bloco de Esquerda tenta dizer que o Governo Português é mais alemão que o governo alemão... 

A dúvida é... Isto é suposto ser uma crítica ou um elogio?

É que à primeira vista, no que respeita às contas públicas, parece-me melhor ser comparado ao governo alemão do que ao governo grego.



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Afinal o #Syriza até nem se importa com a austeridade, tinha era enviado a carta errada ao #Eurogrupo... E o programa eleitoral errado aos gregos

Falta só um bocadinho…


A revisão da estratégia de combate ao terrorismo vai no bom sentido e o consenso conseguido entre PSD e PS, nesta matéria, transmite um importante sinal de confiança.


No entanto, qualquer estratégia ficará “coxa” se continuarmos a impedir os serviços de informações de efectuarem a intercepção de comunicações. Não se consegue prever e antecipar ameaças recorrendo apenas aos meios “abertos”. 

Olhar para o lado não é solução #ISIS #Terrorismo

Contas já detetadas do twitter de apoio ao autoproclamado Estado Islâmico



imagem retirada de @rConflictNews

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Esperemos que a ONU não olhe para o Egito da mesma maneira como a Sociedade das Nações olhou para a Espanha em 1936

Em 1936 a Sociedade das Nações optaram por olhar para o lado quando a Alemanha de Hitler e a a Itália de Mussolini intervieram na Guerra Civil de Espanha ao lado do Franco, contra o governo republicano eleito.

Hoje olhamos para trás e vemos como aquele conflito foi o prelúdio do seguinte, a Segunda Guerra Mundial.

Há momentos em que é inevitável intervir, neste caso em particular quando são as potências da região que o pedem. 



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

#Liberdade e #Democracia

É verdade.

É verdade que o ocidente não atuou da melhor forma no médio oriente.

É verdade que a primavera árabe abriu a porta ao fundamentalismo. O que se pensou ser a abertura de ditaduras à democracia, permitiu o fortalecimento de grupos radicais que tiraram partido da fragilidade de estados que nunca tinham vivido em democracia.

Tudo isto é verdade. E agora?

Perante o que passou na líbia com a execução de Egípcios (lê mais aqui),  o que se tem passado no Síria e no Iraque com a opressão das populações (lê mais aqui), o que já acontece na Europa com os atentados de Paris e Copenhaga (lê mais aqui e aqui). E agora?


Imagem retirada de twitter de @rConflictNews

Podemos fazer uma extensa análise sobre os culpados, se o ocidente fez bem em apoiar a primavera árabe (onde a ideia principal era acabar com ditaduras). Podemos fazer congressos, chamar analistas para debater, fazer séries de televisão e escrever enciclopédias sobre as causas e erros, há tanto para falar sobre o passado (já escrevi sobre isto aqui).

Mas isto não apaga o que já está a acontecer. E os erros de quem interveio no passado não desresponsabiliza a ação de uma organização, sectária, intolerante e que apenas professa a morte.

O surgimento do Nazismo na Alemanha também é imputado à forma como os alemães foram tratados no Tratado de Versalhes, à crise e à miséria. Mas também à incúria do ocidente que perante os alertas, da Guerra Civil espanhola e à inoperância da Sociedade das Nações, nada fizeram até a guerra ser inevitável. E aí sim resolveram o problema.

Fica aqui o ponto de situação no Iraque e na Síria.


Imagem retirada de twitter de @rConflictNews


Imagem retirada de twitter de @rConflictNews







sábado, 14 de fevereiro de 2015

Portugal paga mil milhões de euros para finalmente ter um representantena Europa

A Grécia deve mais de mil milhões de euros aos contribuintes portugueses... O Louçã diz que finalmente os portugueses têm um representante na Europa, o Tsipras... (lê mais aqui)
Um representante um pouco caro não?

#GoBackToTheWayOfGod #isis



Perante a inatividade de muitos líderes mundiais face às as atrocidades cometidas pelo auto proclamado Estado Islâmico, fica aqui a demonstração de coragem de uma idosa que sem medo confronta dois terroristas.


Gosto particularmente da parte em que lhes diz "Go back to the way of God"  - "Voltem ao caminho de Deus"

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Solução para a crise: Ninguém pagar a ninguém... #Grécia #Syriza #OsJarretasdoCostume

Esta malta encontrou finalmente o ovo de Colombo para resolver o problema da crise (lê mais aqui). Desta vez são 32 os Jarretas (já escrevi aqui sobre isto)que escrevem ao Primeiro Ministro para apresentarem a sua solução para a crise... Ninguém pagar a ninguém.


Perdoa-se a dívida a quem nos deve mais de mil milhões de Euros (Lê mais aqui). 



Ou seja, esqueçam lá isso do dinheiro porque a solução é voltar à troca de cabras e ovelhas... 


Traz mais pipocas... #Syriza #Grécia


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Há sempre uma cigarra prontinha a pegar na guitarra.



A coberto de uma suposta superioridade moral, que na prática consiste numa ostensiva desonestidade intelectual, uma das seis cabeças dirigentes do Bloco vem menosprezar (mais) uma prova do sucesso português.

Esta “gota no oceano da dívida”, como refere o BE, é “apenas” mais de metade do empréstimo do FMI e resulta do esforço colectivo de todo o País.

É também o resultado de uma efectiva renegociação constante e sustentada das condições da dívida, que não se faz aos berros na praça pública mas sim com trabalho e seriedade.
Embora não seja do agrado de muitos, o trabalho de formiga é sempre mais útil e compensador que a vozearia da cigarra.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Tsipras não é Leónidas, nem a Troika é um perigoso invasor da Grécia



Tsipras. "A Grécia não aceitará mais ordens, sobretudo ordens recebidas por email"


Esta não é mais do que uma versão moderna do grito "This is Sparta!" do filme "300". Mas escuso de esclarecer como acabou leónidas, e que ao lado do PM Grego não está uma nação de laecedemónios fervorosos,mas um povo orgulhoso reduzido à condição de hilota, por incúria dos seus governantes do passado, pelo delírio dos seus governantes do presente, e pela gigantesca dívida que alimentou durante anos um estado social desmesurado, à custa dos estados europeus e dos seus povos. Só Portugal já emprestou 1,7 mil milhões de euros á Grécia. Já alguém perguntou à Esquerda se concorda mesmo com o perdão da dívida grega, se isso significar perdas relevantes para os contribuintes portugueses?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Aceitam-se apostas para a rapidez com que o António #Costa diz que o PS não é o PSOE....

António Costa correu a desmarcar-se do PASOK (Socialistas Gregos) e a colara-se à vitória do Syriza na Grécia (Lê mais aqui).

Se esta sondagem do "El PAIS" se concretizar em Espanha o que dirá Costa do PSOE?







domingo, 25 de janeiro de 2015

Força Syriza! A oportunidade Grega

As eleições hoje na Grécia são uma oportunidade. 

A oportunidade de ver como se comporta a esquerda caviar à frente do Governo

A oportunidade de testar noutro país que não Portugal as consequências da eleição de um partido populista

E acima de tudo a oportunidade para recordar o que aconteceu em França com o Hollande.

Para o Governo é a oportunidade de testar isto tudo antes das nossas Legislativas.

Correndo mal na Grécia, ou seja, bem ao Syriza, esta pode ser a última oportunidade para o Governo reverter o sentido que as sondagens têm demonstrado em Portugal.



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Em Portugal os poderosos ficam sempre impunes #Justiça

Havia uma esquerda em Portugal que durante anos empunhou a bandeira da impunidade dos poderosos da política e da banca. 

Era um argumento fácil e que à falta de exemplos desarmava qualquer tentativa de defesa da justiça. 

Tão simples e fácil que rapidamente se tornou tema de campanha de todo o espectro político. 

Tão simples e fácil que poucos se lembraram que se tratava de um tema que pouco ou nenhum impacto tinha no resultado eleitoral.

Quantos e quantos arautos da moralidade, da esquerda à direita, do BE ao PP, passando pelo PSD e PS gritavam a defesa da justiça e se vangloriavam com as suspeitas e notícias que iam recaindo sobre opositores políticos e até mesmo colegas de bancada...

Quantos destes não estão agora em casa à espera que lhe batam à porta?

Quantos destes não gritam agora pelos direitos humanos?     

É que até parece que para alguns a justiça só é boa quando se aplica aos outros...



Não quero fazer juízo sobre as personalidades que estão na imagem que retirei do Jornal i de hoje. Todas são presumíveis inocentes até ao transito em julgado, mas não deixa de ser ridícula a forma como muitos têm criticado o funcionamento da justiça.

O caso do livro recusado a Sócrates é exemplo disso, se a Lei  é para ser cumprida, Lei que ele assinou e que até agora foi aplicada a todos os presos, não entendo a razão de tanta excitação. 
É por ser ele?

Querem maior exemplo de  injustiça no tratamento dos poderosos em Portugal? Fala-se de mudar uma Lei por causa do que aconteceu com o Livro recusado a Sócrates. Uma Lei que até agora ninguém tinha contestado, nenhum dos presos até ao momento tinha sido digno de tamanha manifestação pública.

Pessoalmente acho muito mau para o país se o Sócrates for culpado, pelo que espero sinceramente que ele seja inocente, mas se não for, faça-se justiça. 

Para além do mais não vai ser a prisão de Sócrates que vai dar a vitória ou a derrota ao PSD, mas sobre isto já falei noutro post (lê mais aqui).

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

#SLB Ontem ganhámos "À Porto!"



Uma ideia para a Teresa Leal Coelho

É a oitava greve do metro.... a oitava. (vê mais aqui)

Palavra que não compreendo estes "organismos sindicais". Convocam greves para defender o serviço público, o mesmo serviço publico que hoje se recusam a prestar pela 8ª vez este ano, sim este ano.

8 dias de ordenado que os trabalhadores do metro não recebem, 8 dias que as estradas são invadidas por mais carros, 8 dias de atrasos a chegar ao trabalho, para quê?

O mais vergonhoso nisto é que os "organismos sindicais" sabem que não vão conseguir nada, a não ser ganhar mais um dia livre para compras de Natal.

Para além desta ideia de "defesa do serviço público" (lê mais aqui) ser um conceito vago e difuso onde tudo cabe, até as compras de Natal.

Todos somos contra a intervenção da TROIKA, todos somos contra a austeridade. Ninguém gosta de receber menos ao fim do mês, ninguém tira prazer em apertar o cinto, mas não nos podemos esquecer que houve uma razão para isto acontecer... 

Até porque não acredito que o PS tenha pedido a intervenção da TROIKA por prazer, mas por falta de alternativa...(lê mais aqui).



Estranho que a Teresa Leal Coelho ainda não tenha exigido a declaração de interesses aos sindicalistas, é que talvez aqui se encontre uma relação com significado estatístico entre o interesse dos partidos onde militam e a convocação de greves... 

Não acredito que a Teresa Leal Coelho perca o seu tempo com este blogue, mas pelo sim pelo não faço aqui uma declaração de interesses.

Não defendo a declaração de interesses de sindicalistas, uma vez que acredito que uma ideia idiota é sempre uma ideia idiota, seja ela aplicada a deputados ou a sindicalistas.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

As patetices do #Soares... Afinal o Costa até nem esteve mal.

Os recentes comentários do Mário Soares têm sido cada tiro cada melro, afinal a idade já vai pesando e nota-se cada vez mais. 

Não sei o que será mais cruel para quem já foi Presidente da Republica, se não lhe darem mais palco ou permitirem-lhe o ridículo sempre que sobe ao palco.

A atitude mais humana é certamente privarem-no do vexame da patetice (lê aqui uma delas)...

Por isso há que reconhecer que o Costa não esteve mal ao evitar que ele falasse no último congresso. Nem que seja pelo que ele representou no desenvolvimento da democracia em Portugal.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014


Sempre encarei a Política (assim mesmo, com maiúscula) como a atividade mais nobre e que, por isso mesmo deveria ser enaltecida e desempenhada com a maior elevação. Bem sei que abundam os maus exemplos, como em qualquer outro setor. No entanto, acredito que a maioria daqueles que abraçam esta atividade o fazem com o melhor espírito de serviço público. Basta lembrarmo-nos dos milhares de cidadãos que a troco de quase nada participam em Assembleias e Juntas de Freguesia, por exemplo.

Por isso mesmo, sempre abominei políticos carroceiros e que não hesitam em enlamear todos à sua volta, a bem da sua mesquinha agenda. Não é aceitável que se ande continuamente a acusar tudo e todos de forma abstrata.

Se tem acusações a fazer, que as faça nas instâncias certas. Caso contrário, trata-se apenas mais uma palhaçada a juntar a tantas outras.

Se é certo que “uma andorinha não faz a Primavera”, um palhaço na rua também não faz da cidade um circo. No entanto, o lugar do palhaço é efetivamente o circo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O combate deste #PS é contra a Esquerda



No Congresso do PS foi assumida a opção de levar o Partido para a Esquerda, abandonando o centro, não para se aproximar das correntes que ocupam esse espaço, mas sim para esmagá-las.
Até se compreende do ponto de vista táctico esta opção, para evitar o crescimento de mais partidos que lhe disputem o espaço, absorvendo os restos do Bloco de Esquerda e "secando" o novo partido de Marinho e Pinto.
Por esta razão é natural que tenham sido afastados os políticos moderados, alinhados com a anterior direcção, e que Francisco Assis tenha dado a cara pelos mesmos, assumindo o papel de reserva estratégica.
Falando agora de estratégia, pergunto-me se o PSD terá a inteligência de perceber que o afastamento do PS de um possível bloco central não é um perigo, mas sim uma oportunidade de reconciliar o Partido com o centro moderado, porque ainda há tempo para isso.
Foi um fim de semana de facas longas (sobretudo aquelas que cortaram o pio a todos os que pensavam falar em José Sócrates no Congresso), temperado por uma comunicação social tão amestrada que já se refere aos partidos da coligação, como os partidos da oposição.
O país dirá de sua justiça, a seu tempo.