sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Je ne suis pas Charlie! Não, não sou Charlie!

Charlie Hebdo, é novamente notícia por maus motivos. Hoje, não por uma qualquer purga jihadista, mas por publicar uma sátira sobre Aylan Kurdi, o menino sírio de três anos tragicamente afogado em Setembro de 2015 numa praia da Turquia.
 
Diz Laurent Sourisseau "RISS",  caricaturista do referido pasquim, que aproveitou os abusos sexuais praticados por refugiados muçulmanos, na Alemanha, para brincar com o assunto, imaginando o futuro da criança, caso tivesse sobrevivido.
 
"O que teria sido o pequeno Aylan se tivesse crescido? Abusador de mulheres na Alemanha", assinala a infeliz caricatura, onde se pode ver a figura de Aylan, juntamente com a dois jovens a perseguirem várias mulheres.

A associação de ideias é inédita. Atrevo-me mesmo a dizer que não é qualquer néscio, por mais ordinário e insensível que seja que consegue associar a morte de uma criança a um "Taharrush."(1)

É inevitável concluir que a jocosidade macabra desta publicação tem uma lógica e um sentido de oportunidade só ao alcance de uma mente doente que, desta forma, demonstra ao Mundo a amplitude do seu desequilíbrio e, consequentemente, dá eco ao vazio de valores que, infelizmente, grassa numa parte significativa da comunicação social do chamando "mundo civilizado".
 
 

 
 
 
(1) Nota: O "Taharrush" é uma prática comum em alguns países muçulmanos ou com forte presença muçulmana e que consiste num arrastão de estupradores em que uma mulher indefesa é arrastada por uma multidão de homens com o objetivo de ser agredida e violada.
 
São conhecidos vários casos ocorridos nos últimos anos na India, Paquistão e no norte de Africa. Em 11 de fevereiro de 2011, a repórter da CBS Lara Logan foi atacada por um bando de homens no Cairo, capital do Egito, durante a cobertura da queda do governo de Hosni Mubarak. Em 30 de junho de 2013, durante uma manifestação também no Cairo, uma jornalista holandesa foi filmada sendo arrastada por uma multidão de homens e depois sexualmente atacada. 

Mais recentemente ocorreram fenómenos semelhantes em 2014 e 2015 em Estocolmo, durante um festival de musica "We Are Sthlm" e mais recentemente durante as festividades da passagem de ano em Colónia, Estugarda e Hamburgo, na Alemanha.
                                                     

BRICS em crise


estudos do Banco Mundial apontam para uma crise nos brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e chamam a atenção que tal significará que as suas economias, representativas de mais de 20% do pib do planeta, não acompanharão o tão necessário crescimento global.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

As palavras de Marcelo: "Veremos alçados ao Poder analfabetos, meninos mimados, escroques de toda a espécie..."

Depois de visionar os debates da presente campanha eleitoral, em que se busca um presidente para a República, revisitei, nas minhas memórias mais negras, a "gestão" que a classe política tem aplicado ao País nos últimos 42 anos. Uma gestão sempre marcada pelo despesismo, pelos investimentos ruinosos, pelas despesas debochadas, pela bancarrota, pelos naufrágios financeiros, pelas intervenções externas, pelo desnorte político, pela amnésia crónica do eleitorado e pelos escândalos de corrupção de que Sócrates é o principal arauto.
 
Foram, sem dúvida, lembranças sombrias que normalmente surgem estimuladas em períodos de disputa eleitoral e que mais uma vez me assolaram o pensamento. Reconheço que facilitei o ressurgimento dos sintomas, cheguei ao ponto de acompanhar algumas das inúmeras declarações de candidatos e putativos candidatos, sem esquecer os pitorescos tempos de antena do Tino de Rãs, facilitados pela nossa democrática e independentíssima comunicação social.
 
É verdade, já lá vão quase 42 anos, desde que Marcelo Caetano a propósito do 25 de Abril disse: "Em poucas décadas estaremos reduzidos à indigência, ou seja, à caridade de outras nações, pelo que é ridículo continuar a falar de independência nacional. Para uma nação que estava no caminho de se transformar numa Suíça, o golpe de Estado foi o princípio do fim. Resta o Sol, o Turismo e o servilismo de bandeja, a pobreza crónica e a emigração em massa."
 
"Veremos alçados ao Poder analfabetos, meninos mimados, escroques de toda a espécie que conhecemos de longa data. A maioria não servia para criados de quarto e chegam a presidentes de câmara, deputados, administradores, ministros e até presidentes da República.”
 
Será? Seja como for dá que pensar!
 
 

 

pelas 35 horas, greve da função pública a 29 de Janeiro?


é o que se vai ver: A Inter, o braço "armado" do PCP e o seu chefe Arménio Carlos não dão tréguas ao frágil "arranjinho " do XXI governo de Costa.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Monarquia decadente

Não sei se a senhora irmã do rei de Espanha é culpada ou não, e até compreendo que um irmão tente sempre ajudar a sua irmã. Mas, essa história da Monarquia ser uma garantia de independência na liderança de um país é, mais uma vez, contrariada pela prática... (e podes ler aqui mais argumentos a favor da Monarquia)


No jornal Sol de hoje:




encerrar a prisão de Guantánamo


sete anos depois desta sua promessa eleitoral, Obama volta a referir-se à prisão americana localizada em Cuba, no discurso do "State of the Union", perante o Congresso dos Estados Unidos.
"É cara, é inútil e não é mais do que um panfleto de recrutamento para os nossos inimigos".
A um ano do termo do seu 2º mandato, Obama já não tem muito tempo a perder.

Carmona e a Justiça...


António Carmona Rodrigues foi condenado pelos "Justiceiros" da falsa moral e com isso, perdeu o PSD a CM de Lisboa abrindo espaço à vertiginosa ascensão de António Costa.


O tempo (esse fiel companheiro) deu razão a António Carmona Rodrigues e embora não apague a calúnia, os julgamentos públicos e a difamação, sempre faz acreditar que vale a pena enfrentar todos os desafios de cabeça erguida.

Agora deveriam ser pedidas responsabilidades aos dirigentes políticos do PSD na altura e relembro que era Presidente do PSD Marques Mendes e que era Presidente da Distrital de Lisboa Paula Teixeira da Cruz, sendo que muitos podem agora ter a legitima leitura de que são estes dirigentes os estrategas da derrota social-democrata em Lisboa e da criação do "animal" político, António Costa.


Espero com expectativa ver/ouvir o Dr. Marques Mendes, relativamente a esta noticia, no seu comentário de fim-de-semana.

Se não tivesse chegado a entrar teria sido ainda melhor... #Dilma #Petrolao #LuladaSilva

Acho que só mesmo ela e o Lula é que não concordam...



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Marcelo no Portugal de Miguel Torga


convoca o Povo a não ficar em casa, a 24 de Janeiro.

Escândalo "We Are Sthlm" - mídia europeia cumplice da nova jihad!

Depois do terror sexual perpetrado por cerca de mil meliantes na noite da passagem de ano em Colónia, Hamburgo e Estugarda, na Alemanha, a polícia sueca veio agora admitir que ocultou informações sobre uma vaga de agressões sexuais contra mulheres durante as edições de um festival de música "We Are Sthlm" em Estocolmo em 2014 e em 2015.
 
Face ao carácter organizado dos ataques a questão que se coloca é a de saber se se trata de um simples caso de polícia provocado pelo choque de culturas ou se estamos perante uma ação deliberada de forças obscuras que visam alimentar as tensões sociais na Europa e estimular as correntes mais nacionalistas, originando assim ações de retaliação e comportamentos xenófobos ou racistas.
 
Convenhamos que poucas ações de terrorismo são merecedoras de mais asco que aquelas ocorridas nestes últimos tempos, em que milhares de marginais saem à rua para agredir sexualmente as mulheres e raparigas que se cruzam (1) no seu caminho.

Estou convencido que, na realidade, estamos perante uma marginalidade organizada, eventualmente, caracterizável de terrorismo. Um terrorismo sexualizado importado para a Europa e que apenas serve os objetivos dos movimentos terroristas interessados em criar focos de conflito civilizacional que alimentem a sua jihad. Trata-se, aliás, de um fenómeno que não é novidade na Síria e no Iraque onde a escravatura sexual é utilizada, pelo daesh, como arma contra as populações perseguidas, nomeadamente, yazidis.
 
Estaremos, assim, perante uma faceta diferente da jihad, consubstanciada-se numa nova forma de levar o Islão aos "infiéis"? A novidade é a chegada do falo mujahidin à Europa. Aquilo que noutros tempos se desejava e aspirava a conquistar pela espada tem hoje, quiçá, sob as instruções de algum auto-intitulado califa, uma versão mais macabra.
 
Uma coisa é certa, estes fenómenos têm de ser castrados, abordados de uma forma dura, punindo-se, sem contemplações de espécie alguma, os delinquentes/terroristas envolvidos. Para além disso, exige-se que este assunto seja abordado pelas autoridades de forma frontal e honesta.
 
Isto é, é imperioso que se denuncie este tipo de crime encarando-o sem preconceitos, tratando-o exatamente da mesma forma como se trataria uma situação similar perpetrada por skinheads ou outros ogres nacionalistas. 
 
 
Neste caso o silêncio não é alternativa. Neste caso o silêncio é cúmplice. Que o digam as raparigas violadas em 2015 em Estocolmo, durante a segunda edição do festival de violações acompanhadas à bashi-buzuq. Uma coisa é certa, a comunicação social europeia tem sido, sem dúvida cúmplice e preconceituosa na abordagem lânguida ao assunto.

 
 (1) Abro aqui um parêntesis para lamentar a utilização da palavra "cruzam". Efetivamente não consegui encontrar outro sinónimo mais ecuménico de forma a evitar uma derivação da palavra CRUZ, ferindo, assim, alguma personalidade mais algésica ou menos integrada.

Maria de Belém e o Sistema Nacional de Saúde...

Se os liberais da direita não privatizassem, ou fundassem grandes grupos económicos, onde trabalhariam os defensores do Público?




Curriculum Vitae - Maria de Belém



  • Presidente da Mesa da Assembleia Geral da União das Misericórdias Portuguesas, União das Misericórdias Portuguesas, 2007-01-01, IPSS, Fátima.


  • Membro do Conselho de Curadores da Fundação Millennium Bcp, Fundação Millennium bcp, 2012-10-01

Consultora em: 

  • Luz Saúde S.A.
  • Euromedics
  • Merck
  • Universidade Europeia
  • Cofina/Correio da Manhã

Consultadoria esporádica em:

  • Espírito Santo-Unidades de Apoio à Terceira Idade
Detém ainda participação na Priorikey - Serviços e Consultadoria, Lda

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

adeus Bowie.


"olha para mim, estou no céu. tenho cicatrizes que não podem ser vistas. olha para mim, estou em perigo. já não tenho nada a perder".

É porreiro pá.

Todas as presidenciais é a mesma coisa, durante a campanha alguém se lembra e decide criticar as candidaturas que não apresentam uma visão para a Educação, Emprego, etc... 

" - Sr. candidato qual é a sua visão sobre o Sistema Nacional de Saúde?
- É Porreiro pá." 

Mas o pior é que todas as candidaturas acabam por ir na conversa, ou pelo menos acabam por fazer o esforço de balbuciar uma ou duas ideias que não as comprometam.

O mais impressionante é esta história se repetir desde 74. De 5 em 5 anos esquecem-se que um Presidente da República em Portugal não tem qualquer responsabilidade governativa. 

Quando votamos nas presidenciais estamos a escolher o garante da independência nacional e do regular funcionamento das instituições. Ou seja, o gajo que manda nas Forças Armadas e que é chamado de vez em quando para resolver uns berbicacho.

Em que é que as ideias do Soares sobre Educação, ou Justiça, interferiram na decisão de dissolver o Parlamento em 87? Ou as de Sampaio quando dissolveu o Parlamento em 2005? Ou mesmo as de Cavaco quando deu posse a quem perdeu as legislativas em 2015?

Todos, excepto o Sampaio, tomaram decisões que foram contra os interesses dos seus partidos, e todos tomaram decisões assentes no que entendiam ser o interesse nacional e o zelo pela estabilidade institucional. (acho eu....) Mas nenhum tomou esta decisão a pensar no programa de governo.

Se tem lógica? não

Se a República é o sistema mais justo (já escrevi sobre isto aqui), este sistema híbrido, criado no século passado à luz dos medos gerados pela ditadura, é agora pouco mais que um foco de instabilidade e um desperdício de recursos e  paciência.

Um exemplo do sistema pouco claro que temos é quando votamos nas legislativas. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, estamos a votar em listas de deputados e não no primeiro ministro. Qual é problema? Para além do problema ético de estarmos todos a ir votar enganados, há também o problema de podermos acabar com um governo de derrotados (como aconteceu o ano passado). Para além de nas presidenciais estarmos a votar em alguém que ninguém sabe muito bem para o que vai servir. 



Não tenho grande esperança nisto, mas talvez um dia alguém ganhe coragem e decida alterar a constituição e reverter o nosso sistema para Presidencialista, sistema onde se elege o Presidente da República enquanto chefe de governo e chefe de Estado e deixa para o Parlamento as competências menores que o PR atualmente desempenha. 

Por enquanto, convém manter na memória que nestas presidenciais ainda estamos apenas a eleger aquele que nos vai representar institucionalmente, aquele que vai ter de gerir consensos à esquerda e à direita e aquele que vai mandar nas Forças Armadas.




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

154 nomeações em 41 dias


António Costa e "associados" fazem nomeações à socapa para a estrutura dos gabinetes do governo: dezenas e dezenas de "militantes" já foram contratados, mas a informação continua escondida dos portugueses.

Terror na "festa de fim de ano" na Alemanha! As novas faces do terrorismo!

Na Alemanha a festa da passagem de ano assumiu uma dimensão diferente e aterradora. Cerca de mil muçulmanos invadiram as ruas para assaltar e abusar sexualmente de centenas de mulheres.
 
A BBC adianta que a polícia suspeita de que os ataques terão sido planeados. As situações mais graves ocorreram na estação de comboios de Colónia, onde pelo menos uma mulher foi violada e muitas outras foram apalpadas, assediadas e assaltadas. Registaram-se, ainda, ataques nas cidades de Hamburgo e Estugarda.
 
Estaremos nós a assistir a uma nova forma de terrorismo de tez islâmica? Estará a Europa preparada para reagir a este tipo de ocorrência? O certo é que, dos cerca de mil atacantes, apenas oito foram detidos pelas autoridades alemãs. 80 mulheres apresentaram queixa junto das autoridades policiais.
 
 
 
 

Jorge Jesus vs Rui Vitória - O caçador, o coelho e Madame de Stael...

Penso que muitos foram aqueles que, ontem, ficaram surpreendidos com a reação intempestiva de Jorge Jesus, a propósito das declarações de Rui Vitória, que o tinha qualificado como "mau colega".
 
Atirou o técnico do Sporting: "Sou mau colega? Treinador? Como não o qualifico como treinador, logo não sou mau colega. Para ser treinador ele tem de ser muito mais. Fi-lo sair da toca. Ele tem de se assumir. Para treinar o Benfica tem de se assumir. Para conduzir um Ferrari tem de ter andamento para ele."

Até parece que Jorge Jesus se esqueceu da derrota do Benfica, às mãos do V. Guimarães treinado por Rui Vitória, na final da Taça de Portugal, em 26 de Maio de 2013. Enfim, agora os tempos são outros e o passado já lá vai...
 
Jesus não só desqualificou descortesmente Vitória, como o colocou ao nível de um comum coelho, acossado na sua "toca" pelo ruído envolvente. Mas o pior é que essa imagem é capaz de pegar, pelo menos, para todos aqueles que se lembram dos últimos 3 embates entre o SCP e o SLB e que resultaram em 3 vitórias inequívocas para o clube de Alvalade.
 
O significado que encontramos, no dicionário de língua portuguesa, para a palavra "martelada" é "pancada com martelo" e o certo é que já lá vão três, em três jogos, dadas por Jesus no Vitória, com a seguinte sequência: 9 de agosto de 2015 - SL Benfica 0-1 Sporting CP (Supertaça), em 21 de novembro de 2015 - Sporting CP 2-1 SL Benfica (Taça de Portugal) e  em 25 de outubro SL Benfica 0-3 Sporting CP (Campeonato - Liga NOS)...

A realidade é que, colocando de parte a cortesia, conceito desconhecido dos atuais responsáveis do Sporting, Rui Vitória está obrigado a imprimir uma dinâmica vencedora ao Benfica, sobretudo nos  embates com os seus mais diretos rivais na conquista do título.

E nesta missão há que dar especial atenção ao Sporting a quem o Benfica está obrigado a ganhar no próximo encontro. É o peso da história que o impõe. Isto, sob pena de Rui Vitoria em vez da "martelada" apanhar com verdadeiro "chumbo grosso", passando da toca para a penela. 

Seja como for a descortesia anteriormente citada faz lembrar as palavras de Madame de Stael: "Os arrogantes são como os balões: basta uma picadela de sátira ou de dor para dar cabo deles."
 
Aguardemos pela picadela...
 
 
 

O Mundo mudou e o caminho é outro.


Em matéria de Segurança e Defesa, o caminho doutrinário seguido ao longo dos últimos anos aponta no sentido de uma maior cooperação e articulação multi-nível destas áreas. Conceitos como o “duplo uso” e “pooling and sharing” ou a realização de operações e treinos conjuntos entre Forças Armadas (FA) e Forças e Serviços de Segurança (FSS) são prova disso mesmo.
Não é só a escassez dos recursos disponíveis (todos os recursos são finitos) potenciada pela crise económico-financeira que aconselha a seguir esse caminho. A crescente difusão da natureza das ameaças e consequente esbatimento da fronteira entre segurança interna e segurança externa desaconselham abordagens estanques aos fenómenos.
Não obstante, por cá a tradição ainda leva as principais entidades com responsabilidades operacionais nestas áreas a seguirem um rumo talvez excessivamente autárcico.
A comummente designada lógica de “quintinhas” tem ainda uma forte implementação no contexto nacional, o que até contrasta com a multiplicidade de atores com competências em diversas áreas operacionais no âmbito da Segurança e da Defesa (veja-se por exemplo a multiplicidade de entidades com competências nas áreas costeira e marítima).
Uma coisa seria a clara definição de competências de cada um dos atores, a respectiva cadeia hierárquica e escopo de intervenção, outra bem distinta seria uma hipotética “separação clara” da Segurança e Defesa. Se a primeira opção é de saudar, por permitir consideráveis ganhos em matéria de planeamento e intervenção, a segunda será um passo no sentido errado, anacrónico e com potenciais consequências desastrosas para a Segurança Nacional.
A cooperação e articulação entre a Segurança e a Defesa, entre FA e FSS, mas também contando com organismos do sistema de Protecção Civil e da comunidade das Informações, são condições indispensáveis para a prossecução do Interesse Nacional, que não se pode compadecer com interesses sectoriais e de natureza eminentemente corporativa.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Democracia, esse conceito abstrato

Sempre ouvi dizer que é de desconfiar dos auto-proclamados paladinos disto e daquilo. É que diz a tradição que o pregão nem sempre corresponde à realidade.

Depois da austeridade imposta pela esquerda na Grécia, agora é em Espanha que o Podemos nos brinda a sua visão desse conceito tão abstrato a que chamam democracia.


(retirado do CM de hoje)


revisitar a "OPÇÃO" de Artur Portela Filho, 1977


já no tempo da ressaca do PREC (processo revolucionário em curso), em 1977, era assim a capa da revista Opção dirigida por Artur Portela Filho. "À mulher cabe dar cidadãos à Pátria", considerava Freitas do Amaral, então líder do CDS em entrevista ficcionada de seis páginas aquele desaparecido semanário.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ha sempre alguém a reparar em ti ...


Obrigada RFM por mostrar que um simples sorriso, faz tanta diferença na vida de muitas pessoas.


Um sorriso é rir sem transmitir som. Um sorriso não dói, nem a quem o faz nem a quem o recebe. Um sorriso é um gesto simples mas muito especial. Um sorriso transmite tudo aquilo que nos somos e estamos a sentir. Um sorriso pode valer mais que mil palavras. Um sorriso não custa nada e cria muito. Um sorriso dura um só momento mas nunca se esquece. Um sorriso pode significar inúmeras coisas. Um sorriso é especial e difícil de entender. É preciso saber sorrir. In dicionario informal.

Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.

O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exatamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.
Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.


O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso. Por José Saramago

E você já sorriu para alguém hoje ? 





Bomba no IEFP - o "TUDO" e o "NADA" de Vieira da Silva...

Noticiaram, há uns dias, que Vieira da Silva, Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e pai de Mariana, secretária de Estado adjunta do primeiro-ministro António Costa, fez cessar as comissões de serviços de todos os delegados e subdelegados regionais do Instituto do Emprego e Formação Profissional - IEFP.
 
De acordo com fonte do gabinete de Vieira da Silva a medida, dificilmente assente em critérios objetivos de avaliação individualizada, justifica-se com a nova orientação do Governo PS, "assente na promoção do emprego e no combate à precariedade."
 
O que vale é que nós sabemos bem que promoção de emprego e combate à precaridade (presumo que no emprego) cultiva o PS. Faz lembrar, aquela velha máxima, para alguns inspirada em palavras Getúlio Vargas  mas muito difundida por António de Almeida Santos: "Para nós tudo! Para os nossos inimigos nada! Para os outros cumpra-se a lei!"

Aos pobres diabos do IEFP calhou o "NADA", excetuando a indemnização a que terão direito, certamente por não terem apresentado na receção dos serviços o novo passe social "cor de rosa", no dia 27 de Novembro de 2015.
  
Mas há quem tenha o "TUDO". Recordo que Mariana Vieira da Silva, socióloga e investigadora no ISCTE, foi assessora da ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues, entre 2005 e 2009 e também, entre 2010 e 2011, assessora de José Almeida Ribeiro, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, José Sócrates.
 
Vieira da Silva pai, por seu lado, é já um habitué das andanças governativas. Foi Secretário de Estado da Segurança Social na primeira legislatura de António Guterres, entre 1999 e 2001, depois Secretário de Estado das Obras Públicas, entre 2001 e 2002 e, mais recentemente, no último mandato de Sócrates, Ministro da Economia, entre 2009 e 2011.
 
José António Vieira da Silva é, ainda, professor catedrático convidado no ISCTE, onde, certamente, também por simpática coincidência, a filha Mariana trabalhou, até ser chamada a responsabilidades governativas.
 
Mais uma vez o PS, em geral, e Vieira da Silva, em particular, ficam mal na fotografia!
 
  
 

 

"o assassino continua à solta"!


um Deus barbudo e de kalachnikov às costas é a "provocação" encontrada pelo semanário satírico francês para lembrar o massacre de há um ano. "Continuamos com medo, ninguém se juntou a nós, neste combate, porque é perigoso. As pessoas podem morrer".

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Think inside the box - "Doggy Bags"








Doggy Bags


A partir do dia 01 de janeiro de 2016 os restaurantes franceses passaram a ser obrigados a oferecer uma caixa para guardar os restos de comida que sobrem das refeições dos clientes se assim for pedido. O objetivo é cortar o desperdício alimentar.

No entanto, a nova lei engloba apenas os restaurantes que sirvam mais do que 180 refeições por dia. Com estas caixas, que são conhecidas como “doggy bags” (sacos de cão), o Governo francês quer reduzir em sete milhões de toneladas de desperdício todos os anos – o comércio de catering é, em França, responsável por 14% do desperdício, diz o Telegraph.

No entanto a população nunca foi apologista de pedir a tal “doggy bag” para levar as sobras da refeição para casa. Há por isso muitos que defendem que os franceses não têm este hábito o que vai dificultar a eficácia da medida. Uma dessas opinião é o escritor gastronómico Franck Pinay-Rabaroust que, ao mesmo jornal britânico, disse que não tem dúvidas de que “isto não vai pegar em França”. Diz o Observador

Então concluímos que basicamente:



  • Os Chefs franceses desaprovam os "Doggy Bags" por considerarem um americanismo vulgar e pelo próprio nome dos sacos em si.
  •  O objetivo é reduzir o 7 milhões de toneladas de alimentos anualmente desperdiçados.
  •  Recentes pesquisas mostraram 70 por cento dos franceses nunca levaram o que sobrou da refeição para casa.


Mas será que, modas e tendências à parte, alguém parou para pensar melhor ...



7 MILHÕES de TONELADAS de ALIMENTOS 


A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que mantém sob vigilância tudo o que é cultivado e consumido como alimento em todo o mundo, calcula que, todos os anos, um terço dos géneros alimentares produzidos para consumo humano no planeta perde-se ou é desperdiçado ao longo da cadeia que vai das quintas às unidades transformadoras, aos mercados, aos pontos de venda, aos restaurantes e às nossas cozinhas. Representando 1.300 milhões de toneladas, esse total seria suficiente para alimentar três mil milhões de pessoas.

Em Portugal, a situação não é muito diferente. O Projecto de Estudo e Reflexão sobre Desperdício Alimentar (CES/UNL) apurou que 17% da comida produzida no país é desperdiçada antes de chegar à mesa do consumidor. Do milhão de toneladas anuais de comida desperdiçada em Portugal, o projecto apurou que 324 mil perdem--se em casa dos consumidores.
Na verdade, os consumidores são cúmplices: compram produtos a mais porque há alimentos atraentemente embalados e baratos ao virar de quase todas as esquinas. Guardam os alimentos de maneira desadequada: interpretam à letra as datas de validade, embora as etiquetas tenham sido concebidas para indicar a data de máxima frescura e não a segurança alimentar. Esquecem-se de comer os restos da refeição, esquecem-se dos sacos com restos nos restaurantes e são pouco penalizados (ou não o são de todo) por deitar para o caixote do lixo alimentos comestíveis.
A regra de que os alimentos que produzimos devem ser ingeridos parece uma equação
simples e um requisito prévio para um sistema de alimentação sustentável. No entanto, a lógica económica não gosta das soluções simples. É evidente que, quanto mais iogurtes os consumidores deitarem fora depois de lerem a data de validade, maiores serão as vendas dos retalhistas de iogurtes. Para os supermercados, talvez faça mais sentido deitar para o lixo os excedentes de maçãs do que baixar o seu preço, o que faria diminuir as vendas das maçãs a preço não reduzido. Apavorados com a possibilidade de não terem quantidade suficiente para abastecer os supermercados, os grandes operadores da agricultura comercial costumam plantar 10% de excedentes. Os agricultores também deixam talhões inteiros de fruta ou legumes nos pomares e nos campos por receio de inundarem o mercado e fazerem baixar os preços. Por vezes, o custo da mão-de-obra para fazer uma colheita supera o valor da sua venda.



O primeiro passo para reduzir o desperdício alimentar e a perda de géneros alimentares consiste em levar as pessoas a compreender a existência do problema. A negação reina sem contestação. Mas as atitudes mudam lentamente, à medida que o preço dos géneros alimentares vai aumentando e à medida que tomamos consciência, por um lado, das inúmeras maneiras como as alterações climáticas diminuirão a produção de alimentos e, por outro, do imperativo de extrairmos, de forma sustentável, um volume cada vez maior de calorias do solo já cultivado.



Por cá na Universidade de Coimbra ...

A ideia…

Foram colocadas balanças nas zonas de receção dos tabuleiros, para consideração de todos os resíduos alimentares mantidos no prato após o final da refeição. O resultado aproximado foi de 8 toneladas de resíduos alimentares por mês! Em Portugal, estima-se que esse desperdício ronde 17% da produção anual de alimentos, equivalendo a cerca de 1 milhão de toneladas.
Face a estes números e considerando as cerca de um milhão de refeições servidas por ano, a adaptação da quantidade de comida servida em cada prato às necessidades de cada caso específico, pode resultar num impacto significativo: “Menos é igual a mais”.
Assim, sensibilizou-se a comunidade universitária e foi lançado o desafio ao conjunto dos membros do Universo UC para partilharem sugestões de boas práticas a adotar neste contexto.

Durante todo o processo, assistimos a uma intensa fase de preparação e reflexão que envolveu toda equipa da Divisão de Alimentação dos SASUC.

O que já foi feito…
Novos comportamentos

A Divisão de Alimentação está a adotar novos comportamentos na confeção das ementas, designadamente:
► Confeção de batatas com casca;
► Aproveitamento da casca da maçã na salada de fruta;
► Aproveitamento dos talos da couve e alface na confeção da sopa;
► Introdução de uma nova sobremesa – Pudim Molotov – para o aproveitamento das claras de ovo;
► Aproveitamento de pão em torradas, pão ralado e croutons para sopas e saladas.
A Divisão de Alimentação tem ainda o desafio mensal de apresentar um novo produto que decorra de aproveitamento de alimentos, dando conta à comunidade universitária, de maneira a que a evolução da campanha de combate ao desperdício alimentar seja percetível em todo o universo UC.

Sensibilização da comunidade universitária
Na perspetiva dos utilizadores das cantinas da Universidade de Coimbra, o lema escolhido para a referida campanha foi “Menos é igual a Mais”, pela afinidade ao objetivo da redução do desperdício alimentar, que foi auxiliado em termos comunicacionais em duas ideias, expressas nos suportes comunicativos: o que não se come é lixo e desejabilidade da adequação do pedido de preparação do prato de forma adaptada às necessidades reais de consumo individual.
Sensibilização Dos/as Trabalhadores da Divisão de Alimentação
Do ponto de vista dos trabalhadores do setor alimentar, foi desenvolvido um cartaz através do qual se pretende sensibilizar os trabalhadores do setor alimentar para práticas profissionais conducentes à redução do desperdício. Nesse contexto, foi também utilizada a Lei de Lavoisier: “Na natureza, nada se cria e nada se perde. Tudo se transforma”.

Preparados para começar a pensar "inside the box" ??? 






Há vídeos que por mais que se vejam continuam sempre a dar vontade de rir...



Sem querer dar uma de Paula Bobone, isto de tratar por "tu" tem a ver com o quê, com a idade ou com o tom de pele? #SNAP




domingo, 3 de janeiro de 2016

tudo está bem quando começa bem

Para os texanos e para as texanas o ano de 2016 começa com a autorização para usar armas à vista, mesmo em lugares públicos.

Claro está que a proibição de o fazer em escolas, hospitais e outros lugares especiais fará toda a diferença, como o podem atestar as 10 mil pessoas que todos os anos morrem vítimas de tiroteios...



sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Da saga os deuses devem estar LoucoS ...

Aí está a 4ª bancarrota!

Disse um dia Einstein que "não sei como será a terceira guerra mundial, mas a quarta será certamente travada com pedras e paus".

Todos sabemos no entanto como foi a terceira Bancarrota Portuguesa.

Ninguém sabia como seria a 4ª Bancarrota, mas parece que a dúvida chegou ao fim. E parece que é bastante diferente das primeiras 3. Estamos a vivê-la em pleno!

E talvez por não sabermos como ela seria ainda não a identificamos.

Eis a quarta bancarrota portuguesa, que ficará, por certo, conhecida como "A BANCARROTA DOS VALORES".

Como todas as Bancarrotas chegou depressa, parecia um furacão. Se nas três primeiras o problema foi financeiro, esta apresenta-se com uma roupagem diferente e com traços que a fazem prever mais perene.

Desde a tomada de posse do XXI governo constitucional temos muitas novidades em termos de valores, uma verdadeira revolução dos costumes e princípios mais profundos da nossa sociedade, ora vejamos: É agora crime (e bem) abandonar um animal, este grande passo civilizacional votado por toda a esquerda, ocorreu no mesmo século, ano e mês em que a esquerda não considerou crime o abandono de idosos, votando contra e abstendo-se!

Passou a ser crime também um homem dizer a uma mulher algo do género "Privatizava-te toda!". Sim o piropo agora é crime! Mas só se um homem o dirigir a uma mulher. O contrário ainda é permitido e um Homem pode sempre ser brindado com um "Não gostas das meninas do Bloco? Hummm deves ser daqueles..." Aliás esta diferença de tratamento já tinha começado há bastante tempo atrás, quando uma mãe passou a ter o direito a praticar livremente um aborto até às dez semanas e o pai calar e ter de aceitar.

Portanto, portugueses, já sabem, dar um piropo a uma menina é crime, por muito elaborado e com muito estilo que seja! Homens portugueses, querem mandar uns piropos? Olhem façam-nos a outros homens, segundo parece isso ainda não é crime...
Restam no entanto algumas dúvidas... Dizer " Fazia-te um filho" é agora crime, no entanto a lei parece omissa se as palavras forem "Fazia-te um aborto baby!".

Antigamente fez-se a cultura da exigência, introduzindo exames, para validar competências e aumentar o valor da escola, vivíamos no tempo em que para estudar era importante saber, em que o mérito era reconhecido, em que melhorávamos a cada ano nos índices de literacia a nível mundial. A matemática (antes uma dor de cabeça) era agora motivo de orgulho dos estudantes portugueses, que ano após ano arrancavam medalhas nas olimpíadas mundiais da matemática. Mas numa manhã, sem aviso prévio, eis que os exames acabaram em nome de qualquer coisa esguia que nunca nos foi clarificada...

Prepara-se agora a descriminalização do consumo de drogas... Se antes tínhamos um turismo cada vez mais pujante, que tanto dinheiro trouxe a Portugal, teremos agora (em oposição à melhor praia do mundo, melhor destino de férias, melhor cidade para visitar...) a luta internacional pelas "melhores salas de chuto do universo", pelos "traficantes mais sexy do planeta", ou um Globo de Ouro para a "moca com mais estilo"?

Mas nada fica perfeito sem a legalização da prostituição. Neste país e depois desta "Revolução Cultural" é preciso que os homens (que já não podem dar um piropo a uma menina, mas podem consumir drogas e abandonar os seus velhos num qualquer hospital) se possam divertir.

Assim a prostituição legal, vai permitir a esses homens dizerem os piropos (de bom ou menos bom tom) em privado, a uma prostituta que contratem numa qualquer esquina...
Pensamos que aí já não será considerado piropo dizer algo do género... (melhor não dizer, pode ser crime e não estamos nem no quarto 69 da pensão da esquina nem as salas de chuto estão ainda em funcionamento... Melhor mesmo é estarmos calados - é que a liberdade de opinião também deve ser criminalizada em breve...)

O corolário de tudo isto será por certo a descriminalização de médicos que operem sob o efeito de Cannabis ou uma pena anulada se o cirurgião matou o doente no bloco, apenas porque estava sob o efeito de canabinóides... Será crime apenas se o médico estiver lúcido. Assim como uma maquinista da Carris, Metro ou CP se tiverem um acidente serão imediatamente testados aos canabinóides e, com um resultado positivo, então foi apenas por consumo de substâncias legais e não se podem culpar estes profissionais...

Com tantas "reversões evolutivas" que viram "uma nova página" no ensino, o produto nacional das nossas escolas no "Tempo Novo" serão os mais felizes cirurgiões do mundo, com um orgulhoso currículo de consumo de canábis, cidadãos impreparados e sem qualquer conhecimento da nossa longa Historia (Até porque a nossa história aparentemente é fascista!)

Já os políticos do futuro com toda a "preparação" qualitativa das escolas do "Tempo Novo" estarão eles também, na sua viagem canabinóide, rodeados da feliz miséria do povo, muito ocupados a discutir como "arrancarão" dinheiro de um partido para o outro, sem saberem que o dinheiro de que falam na realidade é do povo e não de um qualquer partido... (Ou será que isto já foi dito?)

Começando com Einstein, só se pode acabar com Einstein que disse também um dia "Loucura é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes".

Joana Barroso Calisto e Alberto Moura