terça-feira, 8 de setembro de 2015

Campanha da #Uber supera expectativas

Parece que a campanha da UBER sempre resultou (lê mais aqui). 

A melhor campanha de sempre da #UBER... Pôr taxistas grevistas a bater em taxistas que querem trabalhar!


Parece que nesta greve de taxistas contra a UBER houve um que quis trabalhar... Sim, quis usufruir do tal direito ao trabalho que os grevistas continuam a não querer reconhecer(Lê mais aqui)

Ficam as imagens daquela que poderia ter sido a campanha de marketing mais brilhante que a Uber poderia ter imaginado...

(Fotos de João Profírio retiradas do site do SOL)





Why I UBER

Sobre a Uber vale a pena ver este site: WhyIUber.pt

Parece que os cocheiros também querem que os taxistas deixem de fazer concorrência....


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Os números do (Des)emprego...

Taxa de Desemprego teve a maior queda desde 1998.
Começou no passado mês de Agosto a “guerra” dos números com o desemprego. Como pudemos comprovar, estes números tiveram de ser rectificados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) após “erro” do mesmo Instituto, que havia revelado inicialmente uma taxa de Desemprego de 13,2% em Maio quando mais tarde veio corrigir a mesma taxa de Maio para 12,4% (menos 8 décimas), o mesmo valor que foi apurado para o mês de Junho.
 
Para agravar ainda mais esta “guerra” de números a taxa de desemprego fixou-se em 11,9% no segundo trimestre estabelecendo assim o mais baixo nível desde 2011. São concerteza boas notícias quando á cerca de um mês atrás Portugal era o 5º País com a taxa de desemprego mais elevada.
 
A coligação, através de Pedro Mota Soares, acusou o PS de descredibilizar hoje o INE, quando ontem era o mesmo Instituto que definia as taxas de desemprego na era Sócrates e ainda de que “...quando há uma boa notícia para o País o PS fica azedo e amargo.
 
Por outro lado no PS a estratégia é mostrar que os dados estão desvirtuados e longe da realidade, pretendendo desmontar as estatísticas com argumentos como o de que “Até 2011 os desempregados em programas de formação não eram considerados empregados, agora são.”, rematou o dirigente Socialista Pedro Nuno Santos.
 
O que parece claro é que PS sabe que o emprego sazonal pode dar pretexto à Coligação (PSD/CDS) para celebrar, no entanto a divergência (absurda)é de que para uns a taxa de desemprego está nos 11,4% e para outros próximo dos 23%.
 
O que podemos constatar é que desde sempre que os dados do Desemprego são definidos pelo INE e pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Aliás estas duas entidades têm realizado esta tarefa com todos os anteriores governos, sejam PS ou PSD, o que nos leva a pensar que é pouco credível o argumento de combate político da oposição que visa descredibilizar os dados do INE e a forma como esta entidade independente define as taxas de desemprego (ao que parece pelo discurso) menos favoráveis aos partidos agora na oposição.
 
O facto é que a taxa de desemprego está numa tendência decrescente, estando hoje em níveis inferiores aos registados no momento da chegada da troika e da tomada de posse do atual Governo no segundo trimestre de 2011. É importante esclarecer que no Segundo trimestre de 2011 governava o PS de Sócrates e registava-se uma taxa de desemprego de 12,1%, enquanto  hoje, no Segundo Trimestre de 2015, com a Coligação PSD/CDS, temos menos 7 décimas, ou seja uma taxa de 11,4%.
 
Acredito sinceramente que estamos longe do ideal, no entanto não podemos desprezar os resultados positivos inerentes á descida do Desemprego, independentemente do Partido Político que defendemos. Termino com mais uma informação importante que é a de que a taxa de Desemprego teve a maior queda desde 1998.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

As últimas balas...

Olhando para os últimos meses de campanha parece que tudo corre mal ao António Costa. 

São os  cartazes da Iurd, as queixas dos modelos da segunda leva de cartazes (lê mais aqui), a demissão do diretor de campanha, o aparecimento da Maria de Belém como candidata presidencial, a colagem à Ferreira Leite (lê mais aqui) e até os comentários sobre os refugiados (lê mais aqui).  

O homem anda numa maré de azar. Ainda por cima, já percebeu que do lado da coligação existe dinâmica, ao contrário do que acontece com a sua máquina partidária.

Como reagir?...


Esta é a pergunta que tem tirado o sono ao seu staff nas últimas noites.

Se o PS precisa fragilizar a dinâmica de vitória que se sente na Coligação e precisa de trabalhar o voto útil.... o que fazer? Como reagir?...

O ideal seria uma sondagem que desse o PS apenas 1% à frente, ou menos, mais não. Uma sondagem que passe a ideia que o PS está à frente, mas não o suficiente para espantar o voto útil, aliás é importante que transmita a ideia que o PS está em queda para criar um apelo informal ao voto útil da esquerda. 

Mas a quem recorrer? Teria de ser alguém alinhado, mas que seja credibilizado por um meio de Comunicação Social credível.... 

Mas quem?... 



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

É que campos de refugiados não são campos de concentração...

"Je suis réfugié. Je suis la victime de la négligence et de l'hypocrisie"...

 
Onde estão os "je suis charlie" que andaram em Janeiro deste ano a passear de mão dada pelas ruas de Paris? A Europa tem de deixar de assumir o papel de cúmplice do estado islâmico (EI), continuando nas praias do Mediterrânio, por inépcia e dormência hipócrita, o genocídio que aqueles iniciaram na Síria e no Iraque.

 
 
 


Não posso, agora, deixar de me lembrar dos esforços ocidentais (norte-americanos, ingleses e franceses) na desestabilização política do Norte de Africa e do Médio Oriente até há bem pouco tempo. Eis, pois, uma das facetas da primavera árabe. "Parabéns"! E tudo em prol, supostamente, dos valores democráticos. O combate cego ao regime sírio merece, aliás, especial sublinhado. Sem tecer considerações sobre o espírito democrático de Bashar Hafez al-Assad, como é possível que se continue, ainda, a combater a única força capaz de, no terreno, fazer recuar o EI? Como se justifica que se tolere o combate da Turquia aos curdos, abrindo as portas do norte do Iraque ao terrorismo jihadista?
 
Não obstante as asneiras e os erros geoestratégicos decorrentes da arrogância cultural do Ocidente, é de reconhecer aos EUA o mérito de ser, neste momento, a única força ocidental verdadeiramente empenhada em destruir os facínoras que perseguem aqueles que veem morrer nas praias do sul da Europa.
 
A UE têm a obrigação moral de dar ao Mundo um exemplo de humanidade, de tolerância e de fraternidade para com os fracos e oprimidos. São esses os valores que estão na base da construção europeia. E para isso é fundamental que se criem as condições necessárias a acolher os milhares de homens, mulheres e crianças que se arriscam a procurar, no velho continente, a paz, a segurança e o bem-estar que não encontraram nos seus países de origem. Em simultâneo, é fundamental que declare, sem hesitações, guerra ao terrorismo. A Europa tem de se empenhar militarmente na destruição do EI construindo, assim, a estabilidade necessária à resolução do êxodo atual.
 

"Je suis réfugié. Je suis la victime de la négligence et de l'hypocrisie"...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Partido Socialista 2 - Benfica 0 #CarregaBenfica

Parece que o diretor de campanha do Sampaio da Nóvoa também se demitiu... antes de ser demitido.

Afinal de contas o PS sempre é um partido de tradições. Depois da demissão do diretor de campanha do Costa (lê mais aqui) o Sampaio da Nóvoa quis demonstrar que os problemas da sua campanha também não são seus.

E o Benfica que não olha para o exemplo do PS...  


(PS-2 ; Benfica-0)



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Primeiro abraçou António Capucho, depois piscou o olho a Manuela Ferreira Leite e, por arrasto, passou a mão no pêlo de Pacheco Pereira. Agora leva Ribeiro e Castro para a reentré.

Não vou tecer grande considerações sobre as cambalhotas e silêncios ensurdecedores de algumas destas pessoas, as ações ficam com quem as pratica. No entanto, não posso deixar de sublinhar que em 2009 MFL apresentou-se a eleições com a sua Política de Verdade que alertava já para o estado depauperado das finanças públicas e para a necessidade de se inverter o rumo, sendo secundada quer por António Capucho quer por Pacheco Pereira, e não consta que Ribeiro e Castro discordasse desta visão.  

Já António Costa pontificava como nº2 na barricada oposta, da qual os epítetos mais simpáticos que saíam para se referirem a MFL era “a velha”, “a bruxa”, entre outros. Não consta que Costa tenha tentado colocar travão a este tipo de campanha ou que concordasse com a denominada Política de Verdade, antes pelo contrário. Agora, 6 anos depois, e em desespero de causa, vale tudo.

Isto diz muito sobre o carácter das pessoas, quer de um lado quer do outro.

sábado, 8 de agosto de 2015

O pesadelo do Edson Athayde

O grande duelo das próximas legislativas vai ocorrer entre dois medos, o medo de manter a austeridade e o medo de voltar ao despesismo do passado deitando a perder todo o esforço feito até agora (Já escrevi sobre isto aqui)

Com a coligação associada à austeridade, o PS fica com espaço para se assumir como alternativa e cavalgar o medo da austeridade.

E é aqui que começa a primeira parte do pesadelo, ao tentar inovar no primeiro outdoor foram buscar um simbolismo quase infantil, pouco adaptado à realidade europeia, que rapidamente se prestou à chacota. 

A senhora bonita de cabelo ao vento, que olha para um futuro solarengo e que afasta o manto da obscuridade, da austeridade...
Questões estéticas à parte, até pode ser um apelo à esperança e à confiança, mas com uma falha evidente, não é suportado pela realidade, não é suportado pela imagem do candidato do PS.  

Verdade seja dita, em defesa do Edson Athayde, a forma não ajuda, mas se o candidato fosse mais credível, se não tivesse o histórico que tem, em particular nos governos de José Sócrates, ou na Câmara de Lisboa e se não tivesse sido vendido como o grande líder no golpe palaciano contra o António José Seguro, estes outdoors não teriam sido gozados desta forma:


 ou desta forma:

Ou ainda:

Mas a ideia por trás não está má... É até óbvia, o Costa é contra a austeridade.

Mesmo assim, acho  melhor  conseguidos os novos outdoors do PS. Estes procuram dar um rosto aos números do governo, aos desempregados e a quem tem trabalho precário.

Estes sim procuram tirar proveito do sentimento que grande parte do eleitorado tem e tentam galvanizar o medo da austeridade, da insensibilidade dos números.

A estratégia não é nova, encontrar casos reais, dentro dos segmentos que se pretendem trabalhar.


O problema surge quando alguém se esquece de fazer as contas e dão como exemplo um caso que ocorreu aquando de um governo do Partido Socialista, de um governo de José Sócrates.

Ou ainda, quando tentam colocar a mensagem errada na pessoa certa (no segmento certo). 

Das duas uma, ou tiveram muita dificuldade em encontrar alguém do segmento que queriam trabalhar, ou alguém não fez o seu trabalho. (Lê mais aqui: Histórias dos cartazes não pertencem às pessoas fotografadas).
(imagem retirada daqui) 

O posicionamento até está correto, as mensagens também, mas a forma transparece uma execução em cima do joelho. Alguém não olhou para a realidade portuguesa, nem pensou na execução com a serenidade necessária. Por outras palavras, a confusão está instalada (Lê mais aqui)

A pressa de colocar cá fora outdoors que fizessem esquecer os primeiros acabou por evidenciar ainda mais o nervosismo de quem não consegue descolar nas sondagens (Lê mais aqui: PS e Coligação separados apenas por 1,5%).

Compreendo que o posicionamento de uma candidatura cujo líder está associado a maus governos, a lideres problemáticos e ainda por cima, que foi sobrevalorizado aquando da sua subida ao poder é particularmente difícil. 

Como é que alguém que integrou governos despesistas, responsáveis pela entrada da troika no país vai convencer os portugueses que será um bom Primeiro Ministro? Como irá convencer que agora sim fará diferente? 

É um desafio difícil, diria até um pesadelo, especialmente se se tiver em consideração a frustração e pressão da máquina partidária socialista. Afinal de contas, com Costa como candidato e com Seguro fora do caminho iam ser favas contadas. 

Sinceramente, não serão estes outdoors que irão dar a derrota, ou a vitória a qualquer dos candidato, mas uma coisa é certa, não ajudam nada a transmitir segurança e confiança à candidatura do António Costa.






   

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Foi-vos dada a opção entre a desonra e a guerra. Escolheram a desonra e terão a guerra


Periodicamente ao longo da história deparamo-nos com figuras e movimentos que representam um retrocesso civilizacional. Movimentos assentes naquele que é o lado mais negro do Ser Humano, o sectarismo, a intolerância e a injustiça.

A história do mundo está carregada destes períodos, basta olhar para o Século XX, Século dos totalitarismos, do Nazismo e das perseguições étnicas no Ruanda e na Bósnia. Estas três situações em particular partilharam da mesma inação, do mesmo assobiar para o lado da comunidade internacional, que optou pelo caminho mais simples, o caminho com menos contestação interna nos seus países, o caminho que evitava a intervenção, que evitava a guerra, que vendia a alma em troca da paz.

Deu no que deu... Milhões de mortos e três manchas na evolução humana.

Atualmente, a Europa começa a ter muita dificuldade em assobiar para o lado. E torna-se cada vez mais difícil esconder este problema global que se autoproclama como Estado Islâmico.

Para além das questões de segurança (já escrevi sobre isto aqui e aqui), dos assassinatos e atentados contra inocentes, turistas, jornalistas e todos o que diferem da sua forma de pensar ou agir

Para além da questão humanitária (lê mais aqui e aqui), dos deslocados e refugiados que diariamente põe a sua vida e das suas famílias em risco para fugir para a segurança na Europa...

Para além da ameaça cultural e da destruição de património mundial (já escrevi sobre isto aqui)

Este é um problema civilizacional que afeta o mundo todo e não será um muro que o irá resolver.



Raramente olhar para o lado faz com que um problema desapareça e a escolha do caminho mais fácil pouco mais faz do que adiar o inevitável.

Talvez, por isso, hoje valha a pena relembrar a frase que Churchill proferiu em 1938, aquando da tentativa de viabilização de uma solução pacífica com Hitler, por parte do então PM do Reino Unido, Chamberlain.

"Foi-vos dada a opção entre a desonra e a guerra. Escolheram a desonra e terão a guerra"


segunda-feira, 13 de julho de 2015

segunda-feira, 6 de julho de 2015

O Fidel e o Che Guevara gregos

Os comentários que se lêem sobre o Tsipras e o Varoufakys fazem lembrar a visão romântica que se criou de Fidel e o Cheguevara no século passado.

Ficam algumas semelhanças:


  1. Ambas as duplas acreditavam ser os libertadores dos oprimidos, que se opunham à opressão do grande capital... 
  1. A maioria do povo cubano apoiou Fidel após décadas de deboche governativo
  2. A maioria do povo grego apoiou Tsipras após decadas de deboche governativo
  1. Fidel ficou a governar sozinho depois do grande capital ter feito desaparecer Che Guevara 
  2. Tsipras fica a governar sozinho depois do grande capital ter forçado o afastamento de Varoufakis
  1. O Fidel era próximo dos Soviéticos e de Kruschev
  2. Tsifras é próximo dos Russos e de Putin
  1. Em cuba não há bancos
  2. Na Grécia os bancos estão a acabar


Flic-flac encarpado à retaguarda, com pirueta de saída.




O mesmo autor, a mesma Grécia, seis meses depois.

domingo, 5 de julho de 2015

Hoje a terra natal de Pirro deu a vitória a Tsipras

#premonição "o resultado eleitoral das próximas Legislativas é decidido esta semana"

A força de um bom soundbite


  • Filas para levantar dinheiro nos multibancos
  • Bancos forçados a fechar
  • Prateleiras vazias nos supermercados
  • Idosos sem pensões a desesperar à porta dos bancos
  • 50 mil reservas de turistas canceladas diariamente
  • Padarias a oferecer pão gratuitamente para combater a fome entre os mais velhos e reformados...


Um país a falir... 

No meio deste drama há uma afirmação, um soundbite, que vai ecoar na cabeça dos reformados portugueses até às legislativas:

"A vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha
António Costa, 25 de Janeiro de 2015



Ναι στην Ευρώπη

sexta-feira, 19 de junho de 2015

3 ideias sobre a sondagem da Católica/RTP/DN/JN de hoje

I


Três ideias a tirar da Sondagem da Católica/RTP/DN/JN de hoje:

O medo que Portugal se transforme numa Grécia e de se voltar ao despesismo do passado começa a ter vantagem sobre o medo da austeridade - parece que o falhanço do projeto Syriza está a fazer moça na esquerda, a ideia que os sacrifícios que os portugueses fizeram estão a surtir efeitos positivos começa a pegar. A ideia de existir alternativa viável às políticas implementadas pelo governo parece estar a cair por terra. Afinal de contas sempre se está a confirmar que o projeto Syriza é um conto de crianças... (Sobre a oportunidade grega - lê mais aqui)

O efeito que António Costa tem no resultado eleitoral do PS é igual ou pior que o de António José Seguro - igual porque não há forma de comparar na situação atual. Pior, porque a sua ligação às governações anteriores, a Sócrates e a forma como se associou à vitória do Syriza colocam-no numa posição mais frágil do que a de Seguro  (já escrevi sobre isto aqui).

O cenário de coligação parece consolidado - Resta saber se haverá um fiel da balança chamado Marinho e Pinto, ou se não haverá alternativa a um bloco central




segunda-feira, 15 de junho de 2015


Que o PS não tem particular apetência para uma gestão economicamente eficiente, já todos percebemos. Se não fosse pelo buraco onde enfiaram o País em 2011, seria pela própria gestão doméstica que se pratica no Largo do Rato.

Agora, virem dizer que se vendeu a TAP por 10 milhões e não fazer uma referência (por mínima que seja) ao passivo de mais de 1.000 milhões que o Estado alienou com a privatização, é um erro de palmatória demasiado grave para não ser uma tentativa deliberada de enganar os Portugueses.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Só espero que o Governo tenha a dignidade de pedir desculpa ao Neeleman e ao Pedrosa #TAP

A TAP tem 550 milhões de euros de capitais próprios negativos, sim negativos (lê mais aqui). 

A TAP tem um sindicato de pilotos que se congratula por infligir prejuízos à empresa de 30 milhões de euros (já escrevi sobre isso aqui)

O Governo vende a TAP por 488 milhões de Euros dos quais recebe à cabeça 10 milhões de euros... ou seja, o Governo livra-se de um buraco negro financeiro, deixa no pacote o sindicato de pilotos e ainda recebe 10 milhões de euros...  

Se o Estado é uma entidade de bem, assim que o cheque for passado, espero que tenha a dignidade e a coragem de pedir desculpa ao consórcio Neeleman e Pedrosa...



segunda-feira, 1 de junho de 2015

O Empreendedor modelo...

Ficou-me na memória a frase "quando o futuro brilhante passou à história, mesmo antes de acontecer..."

Apresentamos o último episódio da saga "O Banqueiro, o Gestor e o Empreendedor", uma saga que nos conduz pelas grandes referências nacionais dos últimos 15 anos, na Banca, na Gestão e no Empreendedorismo...

Porque o que nos move é o serviço público, publicamos esta produção do "31 da Armada"