segunda-feira, 31 de agosto de 2015
A crise dos migrantes têm uma causa... que provavelmente só se resolve de uma maneira
Parece que a Austrália está mais preocupada com os problemas europeus que a Europa... (Lê mais aqui)
(Objetivos do Estado Islâmico para 2020)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Primeiro abraçou António Capucho, depois piscou o olho a
Manuela Ferreira Leite e, por arrasto, passou a mão no pêlo de Pacheco Pereira.
Agora leva Ribeiro e Castro para a reentré.
Não vou tecer grande considerações sobre as cambalhotas e silêncios
ensurdecedores de algumas destas pessoas, as ações ficam com quem as pratica.
No entanto, não posso deixar de sublinhar que em 2009 MFL apresentou-se a
eleições com a sua Política de Verdade que alertava já para o estado
depauperado das finanças públicas e para a necessidade de se inverter o rumo,
sendo secundada quer por António Capucho quer por Pacheco Pereira, e não consta
que Ribeiro e Castro discordasse desta visão.
Já António Costa pontificava como nº2 na barricada oposta, da
qual os epítetos mais simpáticos que saíam para se referirem a MFL era “a velha”,
“a bruxa”, entre outros. Não consta que Costa tenha tentado colocar travão a
este tipo de campanha ou que concordasse com a denominada Política de Verdade,
antes pelo contrário. Agora, 6 anos depois, e em desespero de causa, vale tudo.
Isto diz muito sobre o carácter das pessoas, quer de
um lado quer do outro.
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Pedro F.
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sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
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Pedro F.
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sábado, 8 de agosto de 2015
O pesadelo do Edson Athayde
O grande duelo das próximas legislativas vai ocorrer entre dois medos, o medo de manter a austeridade e o medo de voltar ao despesismo do passado deitando a perder todo o esforço feito até agora (Já escrevi sobre isto aqui)
Com a coligação associada à austeridade, o PS fica com espaço para se assumir como alternativa e cavalgar o medo da austeridade.
E é aqui que começa a primeira parte do pesadelo, ao tentar inovar no primeiro outdoor foram buscar um simbolismo quase infantil, pouco adaptado à realidade europeia, que rapidamente se prestou à chacota.
A senhora bonita de cabelo ao vento, que olha para um futuro solarengo e que afasta o manto da obscuridade, da austeridade...
Questões estéticas à parte, até pode ser um apelo à esperança e à confiança, mas com uma falha evidente, não é suportado pela realidade, não é suportado pela imagem do candidato do PS.
Questões estéticas à parte, até pode ser um apelo à esperança e à confiança, mas com uma falha evidente, não é suportado pela realidade, não é suportado pela imagem do candidato do PS.
Verdade seja dita, em defesa do Edson Athayde, a forma não ajuda, mas se o candidato fosse mais credível, se não tivesse o histórico que tem, em particular nos governos de José Sócrates, ou na Câmara de Lisboa e se não tivesse sido vendido como o grande líder no golpe palaciano contra o António José Seguro, estes outdoors não teriam sido gozados desta forma:
ou desta forma:
Ou ainda:
Mas a ideia por trás não está má... É até óbvia, o Costa é contra a austeridade.
Mesmo assim, acho melhor conseguidos os novos outdoors do PS. Estes procuram dar um rosto aos números do governo, aos desempregados e a quem tem trabalho precário.
Estes sim procuram tirar proveito do sentimento que grande parte do eleitorado tem e tentam galvanizar o medo da austeridade, da insensibilidade dos números.
A estratégia não é nova, encontrar casos reais, dentro dos segmentos que se pretendem trabalhar.
O problema surge quando alguém se esquece de fazer as contas e dão como exemplo um caso que ocorreu aquando de um governo do Partido Socialista, de um governo de José Sócrates.
Ou ainda, quando tentam colocar a mensagem errada na pessoa certa (no segmento certo).
Das duas uma, ou tiveram muita dificuldade em encontrar alguém do segmento que queriam trabalhar, ou alguém não fez o seu trabalho. (Lê mais aqui: Histórias dos cartazes não pertencem às pessoas fotografadas).
(imagem retirada daqui)
O posicionamento até está correto, as mensagens também, mas a forma transparece uma execução em cima do joelho. Alguém não olhou para a realidade portuguesa, nem pensou na execução com a serenidade necessária. Por outras palavras, a confusão está instalada (Lê mais aqui)
A pressa de colocar cá fora outdoors que fizessem esquecer os primeiros acabou por evidenciar ainda mais o nervosismo de quem não consegue descolar nas sondagens (Lê mais aqui: PS e Coligação separados apenas por 1,5%).
Compreendo que o posicionamento de uma candidatura cujo líder está associado a maus governos, a lideres problemáticos e ainda por cima, que foi sobrevalorizado aquando da sua subida ao poder é particularmente difícil.
Como é que alguém que integrou governos despesistas, responsáveis pela entrada da troika no país vai convencer os portugueses que será um bom Primeiro Ministro? Como irá convencer que agora sim fará diferente?
É um desafio difícil, diria até um pesadelo, especialmente se se tiver em consideração a frustração e pressão da máquina partidária socialista. Afinal de contas, com Costa como candidato e com Seguro fora do caminho iam ser favas contadas.
Sinceramente, não serão estes outdoors que irão dar a derrota, ou a vitória a qualquer dos candidato, mas uma coisa é certa, não ajudam nada a transmitir segurança e confiança à candidatura do António Costa.
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Alexandre Luz
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve.
PS associa-se a petição sobre reestruturação da dívida - Abril 2014.
António Costa avança com reestruturação da dívida - 14 Outubro 2014.
PS embaraçado com o manifesto da dívida - 25 Outubro 2014.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Foi-vos dada a opção entre a desonra e a guerra. Escolheram a desonra e terão a guerra
Periodicamente ao longo da história deparamo-nos com figuras
e movimentos que representam um retrocesso civilizacional. Movimentos assentes
naquele que é o lado mais negro do Ser Humano, o sectarismo, a intolerância e a
injustiça.
A história do mundo está carregada destes períodos, basta
olhar para o Século XX, Século dos totalitarismos, do Nazismo e das
perseguições étnicas no Ruanda e na Bósnia. Estas três situações em particular
partilharam da mesma inação, do mesmo assobiar para o lado da comunidade
internacional, que optou pelo caminho mais simples, o caminho com menos
contestação interna nos seus países, o caminho que evitava a intervenção, que evitava a guerra, que vendia a alma em troca da paz.
Deu no que deu... Milhões de mortos e três manchas na
evolução humana.
Atualmente, a Europa começa a ter muita dificuldade em
assobiar para o lado. E torna-se cada vez mais difícil esconder este problema global que
se autoproclama como Estado Islâmico.
Para além das questões de segurança (já escrevi sobre isto
aqui e aqui), dos assassinatos e atentados contra inocentes, turistas,
jornalistas e todos o que diferem da sua forma de pensar ou agir
Para além da questão humanitária (lê mais aqui e aqui), dos
deslocados e refugiados que diariamente põe a sua vida e das suas famílias em
risco para fugir para a segurança na Europa...
Para além da ameaça cultural e da destruição de património
mundial (já escrevi sobre isto aqui)
Este é um problema civilizacional que afeta o mundo todo e não será um muro que o irá resolver.
Raramente olhar para o lado faz com que um problema desapareça e a
escolha do caminho mais fácil pouco mais faz do que adiar o inevitável.
Talvez, por isso, hoje valha a pena relembrar a frase que Churchill proferiu em 1938, aquando da
tentativa de viabilização de uma solução pacífica com Hitler, por parte do
então PM do Reino Unido, Chamberlain.
"Foi-vos dada a opção entre a desonra e a guerra. Escolheram a desonra e terão a guerra"
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Isto ainda vai acabar com o Barroso a convidar o Tsipras para o clube de Bilderberg
Não vale a pena bater muito na Grécia nem nos gregos, afinal de contas seguem o caminho que escolheram democraticamente e espera-os um período muito difícil.
Mas não deixa de ser muito divertido ver a esquerda a não saber sequer o que dizer...
segunda-feira, 6 de julho de 2015
O Fidel e o Che Guevara gregos
Os comentários que se lêem sobre o Tsipras e o Varoufakys fazem lembrar a visão romântica que se criou de Fidel e o Cheguevara no século passado.
Ficam algumas semelhanças:
- Ambas as duplas acreditavam ser os libertadores dos oprimidos, que se opunham à opressão do grande capital...
- A maioria do povo cubano apoiou Fidel após décadas de deboche governativo
- A maioria do povo grego apoiou Tsipras após decadas de deboche governativo
- Fidel ficou a governar sozinho depois do grande capital ter feito desaparecer Che Guevara
- Tsipras fica a governar sozinho depois do grande capital ter forçado o afastamento de Varoufakis
- O Fidel era próximo dos Soviéticos e de Kruschev
- Tsifras é próximo dos Russos e de Putin
- Em cuba não há bancos
- Na Grécia os bancos estão a acabar
Flic-flac encarpado à retaguarda, com pirueta de saída.
O mesmo autor, a mesma Grécia, seis meses depois.
domingo, 5 de julho de 2015
A força de um bom soundbite
- Filas para levantar dinheiro nos multibancos
- Bancos forçados a fechar
- Prateleiras vazias nos supermercados
- Idosos sem pensões a desesperar à porta dos bancos
- 50 mil reservas de turistas canceladas diariamente
- Padarias a oferecer pão gratuitamente para combater a fome entre os mais velhos e reformados...
Um país a falir...
No meio deste drama há uma afirmação, um soundbite, que vai ecoar na cabeça dos reformados portugueses até às legislativas:
"A vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha"
António Costa, 25 de Janeiro de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
sábado, 27 de junho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
3 ideias sobre a sondagem da Católica/RTP/DN/JN de hoje
Três ideias a tirar da Sondagem da Católica/RTP/DN/JN de hoje:
O medo que Portugal se transforme numa Grécia e de se voltar ao despesismo do passado começa a ter vantagem sobre o medo da austeridade - parece que o falhanço do projeto Syriza está a fazer moça na esquerda, a ideia que os sacrifícios que os portugueses fizeram estão a surtir efeitos positivos começa a pegar. A ideia de existir alternativa viável às políticas implementadas pelo governo parece estar a cair por terra. Afinal de contas sempre se está a confirmar que o projeto Syriza é um conto de crianças... (Sobre a oportunidade grega - lê mais aqui)
O efeito que António Costa tem no resultado eleitoral do PS é igual ou pior que o de António José Seguro - igual porque não há forma de comparar na situação atual. Pior, porque a sua ligação às governações anteriores, a Sócrates e a forma como se associou à vitória do Syriza colocam-no numa posição mais frágil do que a de Seguro (já escrevi sobre isto aqui).
O cenário de coligação parece consolidado - Resta saber se haverá um fiel da balança chamado Marinho e Pinto, ou se não haverá alternativa a um bloco central
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Que o PS não tem particular apetência para uma gestão
economicamente eficiente, já todos percebemos. Se não fosse pelo buraco onde
enfiaram o País em 2011, seria pela própria gestão doméstica que se pratica no Largo do Rato.
Agora, virem dizer que se vendeu a TAP por 10 milhões e não
fazer uma referência (por mínima que seja) ao passivo de mais de 1.000 milhões que o Estado alienou com a privatização, é um erro de palmatória demasiado
grave para não ser uma tentativa deliberada de enganar os Portugueses.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Só espero que o Governo tenha a dignidade de pedir desculpa ao Neeleman e ao Pedrosa #TAP
A TAP tem 550 milhões de euros de capitais próprios negativos, sim negativos (lê mais aqui).
A TAP tem um sindicato de pilotos que se congratula por infligir prejuízos à empresa de 30 milhões de euros (já escrevi sobre isso aqui)
O Governo vende a TAP por 488 milhões de Euros dos quais recebe à cabeça 10 milhões de euros... ou seja, o Governo livra-se de um buraco negro financeiro, deixa no pacote o sindicato de pilotos e ainda recebe 10 milhões de euros...
Se o Estado é uma entidade de bem, assim que o cheque for passado, espero que tenha a dignidade e a coragem de pedir desculpa ao consórcio Neeleman e Pedrosa...
sexta-feira, 5 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
O Empreendedor modelo...
Ficou-me na memória a frase "quando o futuro brilhante passou à história, mesmo antes de acontecer..."
Apresentamos o último episódio da saga "O Banqueiro, o Gestor e o Empreendedor", uma saga que nos conduz pelas grandes referências nacionais dos últimos 15 anos, na Banca, na Gestão e no Empreendedorismo...
Porque o que nos move é o serviço público, publicamos esta produção do "31 da Armada"
domingo, 31 de maio de 2015
O Gestor modelo...
O seu nome é Bava... Zeinal Bava...
É o segundo episódio da saga "O Banqueiro, o Gestor e o Empreendedor", uma saga que nos conduz pelas grandes referências nacionais dos últimos 15 anos, na Banca, na Gestão e no Empreendedorismo...
Eu sei são produções do "31 da armada", mas é serviço público.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O banqueiro modelo ...
Apesar de ser um vídeo da concorrência "31 da Armada", decidimos replicar uma vez que se trata de serviço público.
Apresentamos a saga "O Banqueiro, o Gestor e o Empreendedor", uma saga que nos conduz pelas grandes referências nacionais dos últimos 15 anos, na Banca, na Gestão e no Empreendedorismo...
1º episódio...
Apresentamos a saga "O Banqueiro, o Gestor e o Empreendedor", uma saga que nos conduz pelas grandes referências nacionais dos últimos 15 anos, na Banca, na Gestão e no Empreendedorismo...
1º episódio...
terça-feira, 26 de maio de 2015
O que têm em comum a Grécia, a Somália, o Sudão e o Zimbabué?
Não cumprem os compromissos assumidos com o FMI (Lê mais aqui)
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Grécia o tubo de ensaio de uma experiência que está a correr mal. #Leg2015
Apesar das medidas de austeridade em Espanha não terem sido tão profundas como em Portugal, trata-se de um país com uma taxa de desemprego de 23,7% (lê mais aqui), enquanto que por cá estamos com 13,3% (lê mais aqui). No entanto, apesar de tudo, apesar de terem registado uma queda, o PP e o PSOE continuam a ser os partidos mais votados.
Parece que a contestação à austeridade continua a não conseguir superar o receio de voltar ao despesismo e descontrolo orçamental do passado (já escrevi sobre isto aqui e aqui).
Sendo o partido mais votado (Lê mais aqui), o PP espanhol ainda tem uma etapa importante, as legislativas de Dezembro, mas ao que tudo indica e apesar dos festejos do Podemos e do Ciudadanos, parece que a tendência será a de evitar que aconteça em Espanha o que está a acontecer na Grécia (lê mais aqui).
domingo, 24 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Descubra as diferenças entre António Costa e Alexis Tsipras!
"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário." George Orwell
“While the Socialist Party insists that it is a different animal from the radical Syriza movement in Greece, there is a striking similarity in some of the pre-electoral language and proposals. Syriza also pledged to stick to EMU rules, while at the same time campaigning for policies that were bound to provoke a head-on collision with creditors." Ambrose Evans-Pritchard.
“While the Socialist Party insists that it is a different animal from the radical Syriza movement in Greece, there is a striking similarity in some of the pre-electoral language and proposals. Syriza also pledged to stick to EMU rules, while at the same time campaigning for policies that were bound to provoke a head-on collision with creditors." Ambrose Evans-Pritchard.
Isto é, "enquanto o PS insiste que é um animal diferente do movimento radical Syriza na Grécia, há uma notável semelhança em algumas das propostas e da linguagem pré-eleitoral. O Syriza também se comprometia em manter as regras da União Económica e Monetária, enquanto que ao mesmo tempo fazia campanha por medidas que tinham como intenção provocar uma colisão frontal com os credores”. Para Pritchard, jornalista e colunista do Telegraph e uma das vozes mais ouvidas nos meios financeiros europeus, as diferenças entre António Costa e Alexis Tsipras são residuais....
http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/11616002/Europe-faces-second-revolt-as-Portugals-ascendant-Socialists-spurn-austerity.HTML
terça-feira, 19 de maio de 2015
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