quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Fidel e Marcelo, um encontro de amizade
Presidente português e o Comandante cubano testemunham a amizade entre os dois povos, nesta exclusiva foto do Granma, o orgão oficial do Comité Central do Partido Comunista de Cuba!
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
o "amigo" da Galp (devedora ao Estado em mais de 100 milhões de euros) e secretário de Estado Rocha Andrade, "entala" o 1ºministro António Costa
o "ajudante" de Mário Centeno não quer sair da geringonça pela porta dos fundos.
Mas vai ter que responder ao "fulminante" ataque do histórico dirigente do PSD, Marques Guedes!
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
30% Gasolina...70% Impostos.
Sabiam que cerca de 70% do valor dos combustíveis são impostos?
Sabiam que a gasolina portuguesa é a segunda da UE com impostos mais pesados?
Como diz o nosso 1º Ministro, "Palavra dada é palavra honrada."
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Devia ser proibido ser taxista...
Sim, porque conduzir um taxi é diferente de ser taxista.
Ser taxista em Portugal fica bem definido nesta imagem...
(podes ver uma definição mais exata neste link)
Ser taxista em Portugal fica bem definido nesta imagem...
(podes ver uma definição mais exata neste link)
sábado, 8 de outubro de 2016
Lisboa...o início do fim!
Lisboa é naturalmente uma câmara municipal apetecível do ponto de vista estratégico para qualquer dirigente partidário. Aliás, da autarquia lisboeta já saiu um Presidente da República (Jorge Sampaio) e dois primeiros-ministros (Pedro Santana Lopes e António Costa), o que revela a verdadeira vocação da autarquia para “alavancar” carreiras políticas.
A candidatura à Câmara de Lisboa
por parte de Assunção Cristas pode revelar-se um indicador ou até um sinal
“divino” no sentido de revermos o cenário de 2001 em que, por antecipação, o
então líder do CDS/PP, Paulo Portas avançou com uma candidatura autónoma,
procurando assim afirmar-se na liderança do CDS e tentando condicionar o PSD de
Durão Barroso.
O resultado para o CDS foi dramático
com Paulo Portas a conseguir apenas cerca de 7% dos votos e vendo o PSD
conseguir ganhar a Câmara Municipal de Lisboa pela mão de Pedro Santana Lopes,
que vinha de uma experiência autárquica muito bem-sucedida na Figueira da Foz.
Recordo que Santana Lopes venceu João Soares que era um ativo do PS muito mais
forte do que é hoje Fernando Medina.
Ser líder de um partido e
candidata a Lisboa condiciona tudo ao resultado eleitoral e não creio que os
centristas estejam esperançados numa vitória em Lisboa, muito menos sem o apoio
do parceiro PSD. A derrota do CDS/PP é o resultado anunciado e apenas está em
causa se será com 4% (como revelam os números do CDS nas sondagens nacionais)
ou se consegue atingir o resultado de 7% de Paulo Portas (algo a roçar a utopia).
Nos dois cenários, a derrota será sempre da líder do partido e as consequências
são óbvias. Demissão e abrir caminho a Nuno Melo.
Quanto ao PSD terá de encontrar um
candidato que tenha perfil e capacidade para vencer a corrida à capital, mas no
tempo que o mesmo PSD já havia definido em Conselho Nacional. Ou seja, lá para
o 1.º trimestre de 2017. Esta conjuntura pode ter dado, involuntariamente, a
ajuda que faltava para motivar alguns potenciais candidatos da área do PSD. Os
ativos sociais-democratas são imensos e desenganem-se os que pensam que não
aparecerá uma candidatura vencedora.
Este “golpe” de Assunção Cristas e
as movimentações apressadas do PS de Lisboa, que logo veio atacar a candidatura
da centrista, revelam que, afinal, o nervosismo está lá e a preocupação de
perder também. Como factos quase assumidos temos a provável ausência de coligação do PCP e do
BE com o PS, não havendo assim (em tese) uma reconstituição da gerigonça ao nível local.
O PCP terá de apresentar um candidato fortíssimo para garantir um resultado que
lhe permita resistir eleitoralmente ou então agregar-se ao PS para garantir
algumas juntas de freguesia em Lisboa. Já o BE vai, com certeza, apostar num
candidato para cativar aquele que é o seu eleitorado tradicional, jovem e
urbano, garantindo assim a pressão sobre o PS e a sua influência na geringonça,
mas não ameaçando Medina.
Portanto,
para ganhar Lisboa basta mais um voto. Apenas isso e aí, no “campeonato” de quem
pode ganhar, só duas forças o disputam. O PS e o PSD.
Assim vai Lisboa...
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
MAAT, 5 euros até março
é o preço da entrada para ver o novo museu de Lisboa, o MAAT, um projecto da britânica Amanda Levete!
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Kristalina Georgieva, a próxima secretária-geral da ONU?
substituída Irina Bokova, a nova candidata búlgara tem o apoio da Sra Merkel e é uma séria "ameaça" para as aspirações do português António Guterres, ao mais alto cargo do palácio de vidro de Nova Iorque!
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
"porrada não vai faltar": a palavra de ordem da Antral e do PCP na greve de 10 de outubro
é a resposta dos táxistas ao governo do Costa, após o anúncio do ministro dos transportes quanto à legalização das plataformas de transporte, Uber incluída!
E aqui está o Partido Comunista a mostrar um cartão quase " vermelho" aos socialistas do largo do rato!
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Haja Descaramento em Lisboa
Dizem os Lisboetas que existe algum autismo e indiferença de Fernando Medida e do executivo da CML para com quem vivem, trabalha, estuda e visita Lisboa.
Eu diria que uma imagem vale mais do que mil palavras
Assim vai Lisboa...
Quando um país inteiro ainda não está preparado para tanta sabedoria... #impostoMortágua
É triste, é muito triste. Deve ser muito frustrante saber que há um país inteiro a ter a infelicidade, a ter a incapacidade de compreender tanta sabedoria. No fundo é um desperdício.
Tal como existem associações de apoio a super dotados, a Mortágua já formava uma com o Pacheco Pereira...
O Atropelo de Medina e companhia...
O Executivo Socialista na Câmara de Lisboa, liderado por Fernando Medina, decidiu, contra tudo e contra todos, avançar com a construção de ciclovias em cima dos passeios na Avenida Fontes Pereira de Mello.
Foi contra a Legislação Nacional mais recente nesta matéria, que promove a segurança dos ciclistas e peões enquanto utilizadores do espaço publico.
"...Os veículos, incluindo os velocipedes, só podem circular nos passeios desde que o acesso aos prédios o exija ..." Art 17º Lei n.º 72/2013"
Fernando Medina e Manuel Salgado, contrariam também a posição de inúmeras associações de ciclistas, que sempre defenderam que "As ciclovias não devem ser construídas sobre os passeios, para evitar conflitos com os peões....", MUBI em 4 de Maio de 2016.
Um verdadeiro atropelo de Fernando Medina.
Assim vai Lisboa...MAL!!!
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
E o trânsito Medina?
Hoje comemora-se o Dia Europeu Sem Mortes na Estrada.
Segundo os dados estatísticos da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, nos últimos anos e, contabilizando por concelho (2010 a 2014), temos para o Concelho de Lisboa infelizmente, um numero drasticamente elevado de vítimas mortais – cerca de 75.
Entre 2010 e 2013, registaram-se na Cidade de Lisboa, 27 acidentes mortais envolvendo peões.
Importa pois saber como esta questão, extremamente sensível e dolorosa de enfrentar para muitos, está a ser tratada e resolvida por este Executivo e assim, esclarecer o ponto de situação do Plano Municipal de Segurança Rodoviária para a Cidade de Lisboa, que tinha em 2008, por missão, identificar e reduzir os pontos negros e de conflito na Cidade.
Importa ainda recordar que, em Maio de 2007 o Executivo Socialista apresentava na comunicação Social, com grande destaque a listagem dos Pontos Negros na Cidade de Lisboa e a sua imensa a vontade combater esses elevados números.
De uma longa lista, destaco alguns que pela sua importância em termos de índice de gravidade tardam em ser corrigidos. Como exemplo temos o Cruzamento da Avenida Gago Coutinho com a Avenida EUA, que em apenas um dia, teve a ocorrência de dois acidentes graves e, infelizmente, com vitimas mortais em ambos.
Outro exemplo, também ele infelizmente caricato, foi detectado em 2008 na 2ª Circular. Ironicamente, o mesmo não estará contemplado na intervenção agora “suspensa”, estamos a falar da Entrada do Campo Grande na Segunda Circular / sentido Aeroporto.
Prioridades invertidas e falta de visão estratégica para a cidade são evidentes. Quanto à mobilidade e trânsito importa não deixar esquecer a necessidade urgente de pensar a Lisboa dos peões, mas também dos automobilistas.
Aproveitemos este dia para não deixar cair no esquecimento a memória dos que faleceram e ainda a necessidade de melhorar.
Assim Vai Lisboa...MAL!!!
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Rodrigo Gonçalves
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terça-feira, 20 de setembro de 2016
Tanta conversa para nada, afinal a 2ª circular já tem árvores no separador central
(apesar do trânsito estar parado, como é hábito em Lisboa, a foto foi tirada pelo passageiro do banco de trás e não pelo condutor do veículo, que é um estrito cumpridor da lei e nunca pegaria no telemóvel para fotografar a florestas da 2ª circular)
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Cada um dá atenção àquilo que quer...
Este pseudo liberalismo de alguma esquerda chega a ser cansativo.
Ora o bruquini é um direito cultural, ora é um ato de opressão à mulher. Já não se percebe nada. Mas afinal era suposto a atleta ter ido de burquini?
Onde andam as referências do PSD?
Nos tempos que correm parece
claro o afastamento dos eleitores em relação aos partidos políticos. Para
contrapor esse afastamento é necessário que se reanimem as principais referências
dos partidos políticos por forma a reativar relações de confiança que existiam
desde o 25 de abril de 1974.
Nesta perspetiva, todos os
partidos têm perdido referências. No entanto, o PPD/PSD é seguramente o que tem
sido mais penalizado. Senão, vejamos. Desde 2011, pela mão de Pedro Passos Coelho,
o partido tem tentado (a meu ver bem) renovar as suas estruturas, mas, na
prática, a forma como essa renovação tem vindo a ser conduzida está a afastar
muitas das grandes referências do principal partido português.
A mentalidade de uma grande
maioria de dirigentes defende, na retórica, a necessidade de ter presente as
referências do PPD/PSD. Porém, a “práxis” revela que apenas se têm usado as
ditas referências para alavancar resultados eleitorais, não lhes dando,
verdadeiramente, a possibilidade de voltarem a intervir e decidir no presente e
para o futuro.
Quando falo de referências,
refiro-me a pessoas que construíram o PPD/PSD e que o recriaram ao longo destes
42 anos de Democracia.
Refiro-me a referências como Aníbal
Cavaco Silva, Francisco Pinto Balsemão, Leonor Beleza, Fernando Nogueira,
Miguel Cadilhe, Miguel Beleza, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes, Manuela
Ferreira Leite, Paulo Teixeira Pinto, Ferreira do Amaral, Rui Rio, Ângelo
Correia, Pedro Roseta, Morais Sarmento, Mira Amaral, Luís Filipe Menezes, António
Capucho, Isaltino Morais, Carlos Pimenta, Macário Correia, Silva Peneda,
Eduardo Catroga, Graça Carvalho, Luís Filipe Pereira, Mota Amaral, Alberto João
Jardim, Guilherme Silva, Carlos Tavares, João de Deus Pinheiro, David Justino e
Pedro Lynce.
Estas figuras, a par de outras
mais presentes, fazem parte da história do PPD/PSD e representam as referências
da social-democracia que ao longo dos últimos anos definiram o rumo de Portugal
nas mais diversas áreas de intervenção. São para mim e para a minha geração
(1974) os faróis do PPD/PSD e aqueles que, na perspectiva de quem quer realmente
evoluir, ainda muito podem dar ao futuro de Portugal.
A revitalização de uma qualquer estrutura
passa naturalmente pela inclusão de sangue novo, mas não pode abdicar de ter o
“cimento” das referências que permitem uma transição para o futuro assente nos
valores e princípios que compõem o ADN dessa mesma estrutura. Assim deve ser
também com o PPD/PSD.
Pergunto-me como pode um jovem
que passou a maior parte da sua vida a estudar e por detrás de um computador
cativar a atenção de um ancião de uma freguesia rural, que viveu intensamente o
25 de abril de 1974?
Como pode o mesmo jovem motivar um
social-democrata que assistiu e participou na constituição da Aliança Democrática
por Sá Carneiro, em 1979?
Como pode o mesmo jovem cativar a
atenção de um qualquer português que viu partir a maior referência da
social-democracia, num longínquo acidente de avião em Camarate, a 4 de Dezembro de 1980?
Como pode um jovem dirigente
perceber a dimensão do feito de Aníbal Cavaco Silva que viu os portugueses
atribuírem, nas eleições de Julho de 1987, a primeira maioria absoluta ao
PPD/PSD com 50,2% dos votos?
Como pode um jovem perceber as
consequências para o PPD/PSD da difícil decisão de Durão Barroso, em Junho de
2004, quando se demitiu para mais tarde ser eleito o 12º Presidente da Comissão
Europeia?
Como pode a geração mais nova
perceber as tremendas dificuldades que teve Pedro Santana Lopes no XVI Governo Constitucional,
que culminou num erro histórico de Jorge Sampaio com graves consequências para
o PPD/PSD e para Portugal?
Como pode a geração da década de
70 reanimar um partido politico, essencial na democracia portuguesa, sem o
recurso às essenciais referências do PPD/PSD que constituíram estes momentos
históricos e fundamentais da nossa Democracia?
Só vejo uma maneira. Voltar a
chamar à intervenção política essas referências. Agora também é importante que
algumas dessas referências, que muito devem ao PSD, estejam disponíveis para os
desafios mais difíceis, retribuindo assim de forma justa e ajudando a reforçar
a relação de confiança do PSD com os eleitores.
Havendo a humildade e
disponibilidade de todos devemos então partilhar o presente, sem receios,
porque só assim haverá garantia de futuro.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Cimeira de Bratislava: a UE numa encruzilhada?
27 Estados membros da Uniao Europeia discutem o futuro da Uniao, depois da saida do Reino Unido.
Merkel avisa:" a UE esta numa situaçao critica".
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Os novos "cobradores de fraque" de António Costa
Mariana Mortágua ( BE) e Paulo Sá ( PCP), são agora os novos "cobradores de fraque" do governo PS: mais impostos sobre o património mobiliário e imobiliário estão a caminho,já no orçamento de 2017!
terça-feira, 13 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
"Quem me avisa...
meu amigo é"!
o velho ditado popular bem pode ser aplicado a este "conselho" de Marcelo ao Juiz Carlos Alexandre: porque se o super-juiz não quer, intencionalmente. criar o argumento de "suspeição" à defesa de Sócrates, no mega processo Marquês, o melhor seria manter-se calado até ao fim!
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
as "negociatas" dos helicopteros Kamov
levam a demissao do presidente da ANPC, o major.general Francisco Grave.
Oxala a Forca Aerea Portuguesa assuma no futuro a missao patriotica na defesa da floresta do pais.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
"converter a Justiça em prioridade politica"
na abertura do novo ano judicial é este o milagre que o Presidente da República espera ver realizado na sociedade portuguesa.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Crime da (ir)responsabilidade afasta Dilma Rousseff
e a onda de corrupção no Brasil que tem no PT de Lula da Silva o expoente máximo, entra na fase da ressaca.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Pior cego é o que não quer ver
Chegamos ao final de agosto e
temos a noticia de que a dívida pública portuguesa subiu para os 131,6% do
Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro semestre, acima dos 128,9% registados no
final de 2015, segundo dados do Banco de Portugal. Estes dados são também
confirmados pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), o que não deixa
margem para qualquer dúvida.
A dívida pública estimada no
primeiro semestre terá atingido, em termos absolutos, os 240.100 milhões de
euros, um acréscimo de 8700 milhões de euros face ao final de 2015.
No Programa de Estabilidade
2016-2020, o atual Governo comprometeu-se com uma redução da dívida pública
para os 124,8% este ano, um objetivo que está 6,8% abaixo do valor registado na
primeira metade do ano. Também quanto ao crescimento, a previsão do Governo que
era de 1,6%, falhou redondamente atingindo apenas 0,8%.
Para agravar o cenário
macroeconómico temos a agência canadiana DBRS a alertar para a possibilidade de
rever o “rating” de Portugal, o que colocaria o país numa situação muito fragilizada.
Recordo que uma descida do “rating” para o nível “lixo”, por parte da DBRS,
fará automaticamente com que as obrigações soberanas de Portugal deixem de ser
elegíveis para a compra do Banco Central Europeu (BCE). Ou seja, deixamos de
ter acesso ao financiamento, por via da aquisição de dívida soberana que o BCE
vem fazendo.
Começa a ficar claro que a estratégia
defendida pelo atual Governo não está a dar resultado. A inversão de reformas
chave, a implementação de medidas que aumentam a despesa (sem a respetiva
compensação de acréscimo de receita), o estímulo ao consumo como solução
(falhada) para a revitalização da economia (que tem aumentado o endividamento
das famílias), o aumento de impostos indiretos (exemplo dos combustíveis), as
alterações ao IMI que agravam ainda mais a tributação, a manutenção da taxa do
IRC (prejudicando as empresas e retraindo o investimento privado),
consubstanciam, factualmente, o fracasso da atual política económica e
financeira do Governo.
Por mais que venham os partidos
que suportam o Governo referir que estamos no caminho certo, a inevitabilidade
dos resultados negativos não deixa margem para populismo barato. Até as melhores
previsões sobre a dívida pública do FMI e OCDE de 128,9% do PIB e a previsão da
Comissão Europeia de 126% do PIB foram já ultrapassadas e ainda vamos a meio do
ano.
António Costa estará a preparar
uma estratégia para encarar a negociação do Orçamento de Estado de 2017, que
poderá culminar na demissão do Governo, garantindo assim eleições antecipadas
enquanto ainda goza de alguma popularidade.
Catarina Martins, por seu turno,
já está a ensaiar o discurso de rutura e revela-nos agora (pasme-se o descaramento)
que se arrepende todos os dias de fazer parte da geringonça. Também Jerónimo de
Sousa já veio avisar que dificilmente aprovará um Orçamento que traga mais
constrangimentos “à classe trabalhadora”.
Ora, só falta mesmo uma oposição
que comprove aquilo que as evidências têm feito. A forma envergonhada como se
apresentam alternativas são demasiado confrangedoras. Não bastam as evidências
de que o anterior Governo estava a garantir mais estabilidade económica,
financeira e (a médio prazo) social. É necessário apresentar de novo um projeto
alternativo, adaptado às novas realidades e sem receio de algumas mudanças.
Este é o tempo de começar a
preparar uma alternativa credível para apresentar aos portugueses em
contraponto à atual política da geringonça. Depois dependerá da escolha dos
eleitores.
Diz o ditado popular que “o pior
cego é aquele que não quer ver”. Para reforçar este sábio ditado deixo aqui uma
reflexão que define claramente a gravidade da situação atual.
Com este Governo a dívida pública
cresce 1,4 milhões de euros por hora e 33,6 milhões por dia. Só não vê quem não
quer.
Artigo publicado no Jornal Económico OJE:
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
No navio militar português, Álvares Cabral, 22 flexões por dia!
http://www.tsf.pt/sociedade/interior/-forcas-armadas-pedem-flexoes-a-civis-5357473.html
em homenagem a quem têm uma profissão de risco.
em homenagem a quem têm uma profissão de risco.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Impeachment de Dilma Rousseff na etapa final
Senado em Brasília inicia hoje, 25 de agosto, o julgamento de Dilma: 54 votos a favor determinarão o afastamento definitivo da sucessora de Lula da Silva.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Da última vez a culpa foi da empregada ucraniana, qual será a razão desta vez? #putinatwar #putin
Parece que o Putin resolveu reacender o conflito na Ucrânia (Lê mais aqui e aqui), talvez aproveitando os desentendimentos na Europa com o Brexit, ou mesmo facto de acreditar que pode vir a ter um aliado de peso nos Estados Unidos, caso o Trump ganhe.
A verdade é que quando se substituiu à comunidade internacional no combate ao DAESH na Síria, houve uma diminuição da animosidade contra o Putin, que tinha surgido com a sua intervenção na crise da Ucrânia. Agora, parece que ele começa a tentar capitalizar com isso.
Veremos como reage a Europa... (ou o que resta dela)
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
A Sovietização de Portugal
Em plena “silly season” quase tem passado despercebida mais uma fase da campanha de “Sovietização” de Portugal, levada a cabo pelo atual Governo e pelos partidos que o suportam.
Desde o aumento dos combustíveis (como se só os ricos tivessem carros) ao aumento do IMI para quem tem mais sol (mesmo para quem vive em Porto Brandão e Trafaria), passando pelas “bolas de Berlim”, até à banalização da promiscuidade entre governantes e empresas privadas (como se pagar viagens a secretários de Estado fosse normal), todos temos estado sujeitos à “Sovietização” estando sob o efeito placebo provocador de uma dormência generalizada na sociedade portuguesa.
Hoje, se consumimos somos tributados. Se trabalhamos somos pesadamente tributados. Se acumulamos poupança consideram-nos ricos, portanto, somos tributados. Se adquirimos casa própria somos ricos, portanto, somos tributados.
O Governo descobriu uma nova classe de ricos. São os mais de 75% de portugueses que têm casa própria. São os 50% de portugueses que têm automóvel. São os cerca de 25% de portugueses que fumam. São os cerca de 25% de portugueses que consomem pelo menos uma bebida alcoólica por dia. São os cerca de 25% de portugueses com seguros de saúde privados.
Importa recordar que o PS nas legislativas de 2015 obteve 1.747.685 votos. Ou seja, aqueles que têm levado a cabo a “Sovietização” de Portugal representam bem menos do que os 7,5 milhões de portugueses com casa própria; do que os 5 milhões de portugueses que têm automóvel; do que os 2,5 milhões que fumam; do que os 2,5 milhões que consomem álcool (moderadamente), e bem menos do que os 2,5 milhões que têm seguros de saúde privados.
Desta análise estamos a excluir ainda as nossas empresas e, principalmente, as PME que representam mais de 80% do nosso tecido empresarial e que têm visto serem agravadas as tributações às mais diversas atividades, além do eterno e pesado IRC.
O processo de “Sovietização” em curso parece querer o regresso ao modelo falhado do “socialismo real” aplicado na antiga União Soviética, que defendia o controlo económico e social através do poder musculado. O resultado final foi o paradigma do falhanço socialista.
Este processo tem também nuances do modelo cubano onde o estado, teoricamente, se apresenta como popular, socialista, defensor dos interesses dos trabalhadores e distribuidor da riqueza. Os resultados de Cuba são também um bom exemplo da miséria do socialismo com caracter totalitarista.
Mas o mais bizarro na “Sovietização” em curso são os traços do modelo venezuelano. É evidente no discurso da geringonça a defesa da política de estímulo ao consumo interno que no caso venezuelano teve o resultado de uma inflação brutal. Outro traço comum ao regime venezuelano é a despreocupação quanto ao equilíbrio da balança comercial, traduzindo-se isso num aumento das importações. Este desequilíbrio levará a um estrangulamento da iniciativa privada e, com isso, à diminuição do peso do setor privado, reduzindo o investimento e baixando a capacidade produtiva, aumentando o desemprego e, por consequência, a pobreza.
Afinal, o que nos tem trazido este processo de “Sovietização”? Temos mais desemprego (dados do INE); aumentou a dívida publica pelo 4.º mês consecutivo (dados do BdP); as exportações estão em queda (dados do INE); a poupança está em valores negativos, algo que não sucedia desde 1995 (dados do INE); o investimento cai pela 1.ª vez desde 2013 (dados do INE); a confiança dos consumidores voltou a cair (dados da CE); a atividade económica está com valores negativos, algo que não sucedia desde 2013 (dados do BdP). E a tudo isto ainda devemos acrescentar o aumento do número de famílias sobre-endividadas, resultado do estímulo ao consumo apregoado pelo Governo (dados da DECO).
Afinal, estamos pior e parece que a “Sovietização” que o Governo quer impor está a condenar Portugal ao fracasso. Até lá, veremos se escrever um artigo de opinião não passará também a pagar imposto.
Artigo publicado no jornal económico OJE
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Justiça Fiscal???
Sem qualquer tipo de demagogia...
Justiça fiscal???
Aqui vemos um fiscal das finanças a multar um vendedor de bolas por não passar fatura. A ordem vem do Secretário de estado dos assuntos fiscais, Rocha Andrade.
O mesmo secretário de estado que ordenou a fiscalização dos vendedores de bolas de berlim parece que aceitou um presente de valor elevado de uma empresa (GALP) com a qual o estado tem uma disputa fiscal.
Esperemos que seja condenado a pagar, no mínimo, a mesma multa que o vendedor de bolas de berlim.
Claro que o mais "justo" para os vendedores de bolas ( e para os contribuintes) seria o secretário de estado demitir-se.
Por muito menos vimos João Soares, empurrado por António Costa, demitir-se.
Veremos se existem consequências.
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Rodrigo Gonçalves
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domingo, 31 de julho de 2016
ASSIM É FERNANDO MEDINA...
Em Lisboa António Costa “(…) foi-se embora e deixou um sucessor. Como se a presidência da Câmara de Lisboa fosse um trono para ser herdado sem dar cavaco aos lisboetas.
Mas assim foi. E ao Costa sucedeu um herdeiro desconhecido que aparenta ser filho de sucessivos cruzamentos e consanguinidades socialistas.
Uma figura branca, pálida, de voz fininha e cuja preocupação maior, talvez para compensar, pareça ser a de aparecer na fotografia e ter uma palavrinha televisiva sobre tudo o que é atualidades.
Um daqueles novos tipos políticos, com media training, daqueles que, quando falam, olham alternadamente - de vírgula em vírgula, de conjunção em conjunção - para a câmara da direita e para a câmara da esquerda.
Um não lisboeta. Um político crescido em corredores e não nos becos e vielas de Lisboa. Quando o príncipe herdeiro da Câmara Municipal de Lisboa chegou ao trono, nenhum lisboeta lhe conhecia, sequer, a voz. Não tardou a aparecer comentador na TVI.
E passámos a conhecê-la, a voz: é pequenina, sem corpo, sem interesse. Ultimamente, com o grande patrocínio do exemplar jornalismo dos dias, o principezinho anda a ser promovido como homem e apresentado como "dono da obra".
Aqui há atrasado, na capa da Revista do Expresso, lá estava ele numa catacumba lisboeta, de capacete como os homens e de telemóvel como os políticos, num multitasking competente e artisticamente encenado para parecer o homem que faz (parabéns aos assessores).
Atrás, em algumas fotografias e em alguns vídeos, apareciam o Manuel Salgado, o José Sá Fernandes e todo um suporting cast, a corte do dono da obra. É marketing e cheira a marketing. Cheira a sabonete, não cheira a Lisboa.
Há dias partilhava estas ideias com um amigo da esquerda, esquerda e ele, alarmado, disse-me: "Mas queres entregar a CML à direita?" Na verdade, não quero nem posso absolutamente nada. Mas gostava que CML estivesse nas mãos de alguém curricularmente lisboeta. Alguém que merecesse a cidade.
É nas autárquicas que estamos mais próximos da democracia. Os PM, os ministros e até os deputados não ouvem ninguém. Não têm o hábito nem a oportunidade. Estão longe da malta, passam muito tempo nos corredores onde apenas escutam as vozes uns dos outros e as previsíveis perguntas dos jornalistas.
Mas os autarcas ouvem porque a malta os encontra na rua (…). Os autarcas têm que ser da cidade. Não da televisão. O Medina é dos corredores que levam à televisão que leva de volta aos corredores. Não é da cidade.
Tenho a certeza absoluta, conhecendo o lisboeta, que se a direita, numa tarefa quase impossível, desencantasse um ou uma lisboeta decente (...) o Medina, o principezinho herdeiro, não teria a mínima hipótese. É que Lisboa não vai com qualquer um.”
Publicada por
Rodrigo Gonçalves
à(s)
22:40:00
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